Menu
Brasil

Ministério libera Perdigão, Copacol e Rigor

Arquivo Geral

06/08/2010 8h42

Um dia depois de divulgar a suspensão da comercialização de carnes de aves  in natura pelas empresas BRF Brasil Foods (Perdigão), Copacol e Rigor, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) recua e afirma que as três empresas não estão mais  sob o Regime Especial de Fiscalização. A alegação do Mapa para a suspensão era a de que os produtos continham água acima do permitido pela legislação.

 

 

Segundo o ministério, análises realizadas por técnicos da pasta constaram que as empresas estão cumprindo os padrões estabelecidos em legislação quanto à adição de água nas carcaças e cortes. A assessoria da pasta disse que a notificação foi feita no dia 30 de julho e as empresas se apressaram em se adequar à norma, para que o comércio dos produtos fosse liberado.  

 

 

Na avaliação do Mapa, trata-se de um trabalho de rotina e a intenção é contribuir para a constante melhoria da qualidade dos produtos comercializados no País. “O Brasil é um importante produtor de carne de ave e a atuação do Ministério da Agricultura reforça a parceria entre governo e setor privado na busca de aprimoramento da produção”, diz a nota distribuída à imprensa.

 

 

De acordo com o diretor de Inspeção de Produtos de Origem Animal do ministério, Nelmon Costa, na maior parte dos casos, em poucos dias as empresas submetidas ao regime adotam os procedimentos em conformidade com a lei.            

 

 

Entre 2009 e 2010, o Mapa coletou cerca de 600 amostras de carcaças e cortes de aves congeladas e resfriadas no comércio varejista e nas indústrias. Em situações pontuais, quando são constatados indicativos de que o produto não está de acordo com padrão especificado na legislação, a unidade produtora é submetida ao Regime Especial de Fiscalização. Nesse regime, a empresa deve revisar seus sistemas de controle de qualidade e realizar análises dos seus produtos antes de liberá-los para comercialização. A medida não implica em suspensão da produção ou apreensão de produtos no comércio. 

 

 

Leia mais na edição desta sexta-feira (06) do Jornal de Brasília.

 

 

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado