Brasil

Ministério aponta plano paranaense contra gripe aviária como referência no País

Por Arquivo Geral 12/07/2006 12h00

Os trabalhadores que têm créditos complementares do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) referentes aos planos econômicos Verão e Collor 1, illness treatment de janeiro de 1989 e abril de 1990, ask respectivamente, já começaram a receber as parcelas pagas pela Caixa Econômica Federal.

A nova etapa de pagamentos inclui a sétima e última parcela do crédito suplementar do FGTS para as pessoas com direito a valores entre R$ 5 mil e R$ 8 mil e a sexta e penúltima parcela para quem tem direito a receber mais de R$ 8 mil. A partir de janeiro de 2007, será paga a última parcela para os trabalhadores que têm a receber valores acima de R$ 8 mil. Com isso, a Caixa terá concluído o cronograma de pagamento dos créditos complementares do FGTS. Segundo a instituição bancária, todos os valores inferiores a R$ 5 mil já foram pagos.

O superintendente regional da Caixa no Rio de Janeiro, José Domingos Vargas, lembrou que o pagamento é objeto da Lei nº 110, de 2001, e prevê a correção do Fundo nos percentuais de 16,64% (Plano Verão) e 44,8% (Plano Collor 1). “Isso gerou um acordo e as pessoas tiveram até 30 de dezembro de 2003 para fazerem a adesão aos créditos complementares”.

Segundo dados fornecidos pela assessoria de imprensa da Caixa, desde o início do processo de pagamento do resíduo do FGTS em 2002, a instituição já pagou mais de R$ 36 bilhões. A meta é alcançar até o final do calendário de pagamentos algo em torno de R$ 40 bilhões em recursos transferidos aos trabalhadores.

De acordo com Vargas, todos que tinham conta do FGTS em janeiro de 1989 e abril de 1990 têm direito a receber a correção. Os trabalhadores regulares, ou seja, que continuam empregados, terão o dinheiro referente ao expurgo dos planos econômicos no FGTS creditado em suas contas do Fundo. As demais pessoas só poderão sacar se estiverem dentro dos critérios da conta vinculada, em situações como aposentadoria, demissão sem justa causa, falecimento do titular da conta, doenças graves como câncer e aids, entre outras, além de maiores de 70 anos.

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A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Emigração Ilegal pode votar hoje seu relatório final, viagra 40mg que aponta violação dos direitos fundamentais de grande parte dos brasileiros que vivem no exterior e conclui que eles são alvo freqüente de xenofobia (aversão a estrangeiros) e outras formas de discriminação.

O parecer do relator, price deputado João Magno (PT-MG), estima em 3 milhões o número de emigrantes brasileiros, segundo a assessoria de imprensa da Câmara dos Deputados. A reunião está marcada para as 14h30, no Senado.

 

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A Organização das Nações Unidas (ONU) concordou em rebatizar o campo de Auschwitz. A medida será tomada para destacar que foram os alemães nazistas, erectile não os poloneses, os responsáveis pelo campo de extermínio mais famoso do mundo, segundo o Ministro da Cultura da Polônia.

"O Campo de Concentração de Auschwitz", um lugar tombado pela ONU, será rebatizado de "o antigo Campo de Concentração Alemão de Auschwitz", informou o ministério, em comunicado.

A Polônia pediu à ONU, em abril, para rebatizar Auschwitz, onde 1,5 milhão de pessoas, a maioria judeus, morreram na 2ª Guerra Mundial.

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Dois astronautas dirigiram-se hoje para o compartimento de carga aberto do Discovery a fim de testar os consertos feitos nos escudos antitérmicos do aparelho.

Essa foi a última caminhada espacial de uma missão que pode significar a recuperação da Nasa (agência espacial dos EUA) depois do desastre de 2003 com o Columbia.

Piers Sellers e Michael Fossum devem usar materiais e ferramentas desenvolvidas após aquele acidente para ver se um eventual dano nos escudos antitérmicos pode ser reparado durante uma missão.

A questão é saber se os consertos, cialis 40mg realizados com uma pistola de calafetagem e um selante desenvolvido especialmente para essa finalidade, visit web podem aguentar as altas temperaturas (de até 1,7 mil graus Celsius) enfrentadas pelos ônibus espaciais ao reingressarem na atmosfera terrestre.

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Os dois homens, que devem ficar fora da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) por cerca de seis horas e meia, realizam sua terceira caminhada espacial dessa missão, que não encontrou problemas até agora e que foi realizada após mais de três anos e US$ 1,3 bilhão em gastos para tornar os ônibus mais seguros.

O Discovery não sofreu nenhum dano significativo durante seu lançamento, no dia 4 de julho. A Nasa acredita, assim, ter corrigido o problema do desprendimento de pedaços da espuma de isolamento do tanque de combustível, problema esse responsável por provocar o desastre com o Columbia.

Essa falha ocorreu novamente em uma missão realizada na metade do ano passado. "Aprendemos muito desde o Columbia", afirmou Sellers em uma entrevista concedida do espaço. "A Nasa empenhou-se muito para contornar isso e para encontrar uma boa solução."

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A agência espacial luta para se recuperar desde que o Columbia se desintegrou ao retornar para a Terra, no dia 1º de fevereiro de 2003, depois de um pedaço de 756 gramas da espuma de isolamento ter atingido o escudo antitérmico de sua asa durante o lançamento.

Gases superaquecidos penetraram na espaçonave por meio da rachadura provocada no impacto, o que fez com que ela se desmanchasse em vários pedaços.

Apesar das modificações realizadas desde então, um pedaço de 450 gramas da espuma soltou-se novamente no lançamento do Discovery ocorrido no ano passado, o primeiro desde o acidente.

Esse pedaço não provocou danos, mas a Nasa voltou às pranchetas com medo de que o problema se repetisse.

Após novas mudanças, o tanque de combustível do Discovery soltou apenas alguns pequenos pedaços da espuma durante o lançamento, nenhum deles considerado perigoso.

"Estamos de volta, rapazes", afirmou o piloto do ônibus, Mike Kelly, em entrevistas concedidas hoje.

O Discovery acoplou-se à ISS no dia 6 de julho e deve partir no sábado, chegando à Terra na segunda-feira.

A próxima missão está marcada para o dia 28 de agosto, em meio aos esforços da Nasa para retomar as obras de montagem da estação a fim de que consiga completar a construção dela antes da aposentaria da frota de ônibus espaciais, em 2010.

 

O Paraná é o sexto estado brasileiro a elaborar um plano de contingência para o enfrentamento de uma pandemia de influenza, find depois de São Paulo, Pernambuco, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Segundo o secretário da Saúde, Cláudio Xavier, o Ministério da Saúde já avaliou a proposta e a considerou referência para os demais estados brasileiros.

O plano foi indicado para ser apresentado na 6ª Mostra Nacional de Experiências Bem-sucedidas em Epidemiologia (6ª Expoepi), de 15 a 17 de novembro, em Brasília. O evento vai divulgar e premiar os serviços de saúde do país que se destacaram nessas áreas, no período de 2005 a 2006, pelos resultados alcançados em atividades relevantes para a saúde pública.

O projeto paranaense dá atenção especial para ações preventivas, evitando que o vírus se propague. Uma das principais preocupações é com as ações e os equipamentos de proteção para os profissionais da área de saúde. "Se porventura o vírus chegar ao país precisaremos ser rápidos e objetivos. Para isso, o trabalho desenvolvido em equipe é fundamental", afirmou o secretário.

Nos próximos três dias, 200 profissionais das secretarias de Saúde, Meio Ambiente, Agricultura e Defesa Civil do Paraná participam, em Curitiba, do Encontro Estadual para Apresentação e Discussão do Plano de Contingência para o Enfrentamento de uma Pandemia de Influenza.

Os profissionais recebem instruções sobre como devem ser abordados casos suspeitos, formas de encaminhamento, coleta de material e envio para a realização de exames. Os diagnósticos serão feitos em laboratórios de referência nacional, selecionados pelo Ministério da Saúde.

Na região das três fronteiras será realizado um trabalho conjunto com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e com os ministérios da Saúde da Argentina e do Paraguai.

O vírus H5N1 da gripe aviária tem potencial pandêmico e afeta principalmente as aves. Em sua imensa maioria, a doença não infecta o homem.






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