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Brasil

MEC amplia prazo para diagnóstico de violências nas escolas até 15 de maio

Secretarias de educação ganham mais tempo para responder ao formulário do Programa Escola que Protege via Simec, visando mapear realidades locais contra bullying e violências.

Redação Jornal de Brasília

30/04/2026 13h39

Foto: Agência Brasil

O Ministério da Educação (MEC) ampliou o prazo para que as secretarias de educação de todo o país respondam ao Diagnóstico Nacional do Programa Escola que Protege (ProEP). Inicialmente previsto para encerrar nesta quinta-feira, 30 de abril, o período agora se estende até 15 de maio.

O formulário está disponível no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec) e busca conhecer as realidades locais das redes de ensino para formular estratégias contra as violências e o bullying nas escolas. Para auxiliar no preenchimento, o MEC disponibilizou um guia com orientações na página do programa.

A iniciativa permitirá um retrato aprofundado das condições institucionais, pedagógicas e territoriais relacionadas à convivência escolar e às violências que afetam o ambiente educacional. Além disso, as informações subsidiarão a construção ou revisão dos Planos Territoriais Intersetoriais de Enfrentamento das Violências nas Escolas (Planteves), que articulam políticas de educação, assistência social, saúde, justiça e segurança pública nos territórios.

As respostas das redes de ensino contribuirão para qualificar políticas públicas, orientar decisões e fortalecer as redes de proteção e garantia de direitos nos territórios escolares.

O Programa Escola que Protege visa fortalecer as capacidades das redes de ensino para prevenir e enfrentar a violência nas escolas. Entre suas ações, promove formação continuada de profissionais da educação, fomenta a criação de planos de enfrentamento à violência e respostas a emergências, assessora as redes em casos de ataques de violência extrema e incentiva a cultura de paz e a convivência democrática.

O programa também oferece apoio psicossocial às comunidades escolares afetadas, incentivando práticas de acolhimento e respeito à diversidade, além de fomentar espaços de participação estudantil e assembleias. Essas medidas são essenciais para identificar situações de risco precocemente e desenvolver soluções colaborativas.

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