Um dia após declarações de Martin Whitmarsh, CEO da McLaren, de que a escuderia inglesa não quer o título do Mundial de Pilotos para Lewis Hamilton na Justiça, membros da equipe voltaram a afirmar, nesta quinta-feira, após a sessão na Corte Internacional de Apelação da FIA, que o propósito é esse mesmo.
Para o piloto inglês tirar o título do finlandês Kimi Raikkonen, os carros da BMW Sauber e da Williams teriam de ser punidas por armazenarem combustível abaixo da temperatura permitida no GP Brasil. Caso ocorra uma desclassificação destes times, Hamilton pularia para a quarta posição (ao invés da sétima) e seria o campeão da temporada.
“Na sessão de hoje (quinta), todas as partes tiveram oportunidade de apresentar evidências e argumentar de acordo com suas percepções dos fatos. Agora a decisão está com a Corte. Queremos apenas deixar claras as regras do GP do Brasil e não o título de pilotos”, disse Whitmarsh.
A decisão da Corte Internacional de Apelação da FIA será divulgada somente nesta sexta, após a apreciação e decisão de quatro juízes.
Do lado da Ferrari, o advogado Nigel Tozzi criticou severamente as palavras do CEO da McLaren. “Essa história de deixar claras as regras é vergonhosa e hipócrita”, afirmou.
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“Na sessão de hoje (quinta), todas as partes tiveram oportunidade de apresentar evidências e argumentar de acordo com suas percepções dos fatos. Agora a decisão está com a Corte. Queremos apenas deixar claras as regras do GP do Brasil e não o título de pilotos”, disse Whitmarsh.
A decisão da Corte Internacional de Apelação da FIA será divulgada somente nesta sexta, após a apreciação e decisão de quatro juízes.
Do lado da Ferrari, o advogado Nigel Tozzi criticou severamente as palavras do CEO da McLaren. “Essa história de deixar claras as regras é vergonhosa e hipócrita”, afirmou.
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