O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou hoje uma nova estratégia de segurança e defesa nacional que quer transformar o Brasil em uma potência militar do século XXI.
Em cerimônia especial no Palácio do Planalto, viagra sale sede do Governo, health Lula assinou um decreto executivo que ordena a criação de um Grupo de Formulação de Estratégia Nacional de Defesa e dá um ano de prazo ao Ministério da Defesa e de Ações de Longo Prazo para que definam um plano de trabalho nesta direção.
O Grupo terá o objetivo de retomar o desenvolvimento tecnológico das Forças Armadas e traçar novas estratégias de defesa nacional, case segundo Lula.
O governante propôs a criação de um programa de aceleração do crescimento das Forças Armadas, semelhante a outras iniciativas de investimento de dinheiro público já anunciadas para impulsionar a economia com uma lista de novos projetos em infra-estrutura, energia, educação, urbanização e saneamento social, um pacote conhecido como PAC.
“Ao longo do tempo, as Forças Armadas perderam seu potencial. É preciso recuperar o poder das Forças Armadas e o conhecimento tecnológico que tivemos”, disse Lula em seu discurso perante os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica.
“É hora que coloquemos nossa inteligência militar e civil, para pensar o que nós queremos ser enquanto Forças Armadas, enquanto nação soberana nos próximos dez ou 15 anos”, disse o presidente. “Não podemos ser subordinados. Temos que ser ousados”, acrescentou.
Para Lula, um dos principais desafios deste plano será aliar o desenvolvimento das Forças Armadas ao desenvolvimento econômico e tecnológico do país e contar com um plano estratégico de Defesa, que considere os mais variados cenários futuros.
Lula assinalou que no passado as Forças Armadas produziram inovações tecnológicas posteriormente usadas pela indústria local, incluindo motores, propulsores de aviões, tecnologia aeroespacial e de enriquecimento de urânio. “Esperamos um dia construir nosso submarino nuclear”, afirmou, em relação a um velho projeto adiado por falta de fundos.