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Brasil

Limpeza pós-obra demanda produtos e processos específicos

Arquivo Geral

19/04/2012 7h40

Após a construção, nada melhor que entrar na casa nova sem dividi-la com a sujeira – como restos de cimento, gesso, argamassa e tinta. Contudo, livrar-se dos resíduos do processo construtivo é mais complexo do que a faxina usual de uma residência.

 

De acordo com o engenheiro Marcelo Guido, da construtora Tecpro, é necessário tomar alguns cuidados durante a limpeza pós-obra: “Quando os moradores utilizam produtos inadequados podem ocasionar danos aos materiais e sistemas funcionais. Iniciativas inapropriadas como, por exemplo, a utilização de produtos muito ácidos, água em superfícies como a madeira e espátulas metálicas muito rígidas podem estragar revestimentos, esquadrias, louças e rejuntes”.

 

O primeiro passo de uma boa limpeza é a remoção da parte grossa, com especial atenção aos ralos. Em seguida, vêm os pisos, os vidros, as louças e os metais. Já nos edifícios, a limpeza deve seguir a ordem de construção, ou seja, normalmente de baixo para cima. Os materiais e os processos de higienização precisam respeitar as indicações do fabricante de cada insumo.

 

“Uma questão importante diz respeito aos novos materiais que vêm sendo introduzidos na construção civil, tais como: drywall, pisos elevados, aço inox, policarbonato e polímeros. Cada um deles tem seu produto e processo de limpeza específicos e esses devem ser respeitados sob pena de perda de garantia, além de danificação”, afirma Guido.

 

O engenheiro lembra ainda que, no caso dos prédios, deve-se realizar cuidadosa limpeza dos desvios das colunas hidráulicas no térreo e nos subsolos. “É comum haver entupimento desses desvios durante a obra devido aos resíduos da construção”, conclui.

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