O grupo iniciou seus treinos com o técnico norte-americano Paul Caughter na Jordânia, após atravessar a Síria por terra para escapar do bombardeio diário que ocorre em seu próprio país. Apesar da preocupação com a situação libanesa, o time teve concentração suficiente para disputar um torneio amistoso em Istambul, enfrentando a seleção da casa, Catar e Eslovênia.
Foi no território deste último adversário, que os libaneses disputaram mais dois amistosos. Desta vez contra Canadá e Venezuela, além de reencontrar os eslovenos. Agora, o grupo seguiu para as Filipinas de onde irá para o Japão, sede do Mundial a partir do dia 19.
“A experiência foi dura para todos os jogadores, mas havia um consenso sobre a necessidade de participar da festa mundial de basquete”, explicou o jogador Ghassan Farès à AFP. “Tínhamos que transmitir ao mundo esta mensagem do povo libanês que não se quebra frente aos obstáculos. Como conseguimos o necessário (classificação) antes da guerra, não queríamos desistir do projeto”.