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Brasil

Leilão da usina de Jirau, no Rio Madeira, é marcado para dia 12 de maio

Arquivo Geral

10/04/2008 0h00

O esperado leilão para a licitação da usina hidrelétrica de Jirau, discount que faz parte, order junto com a de Santo Antônio, approved do Complexo Hidrelétrico do Rio Madeira, será realizado no dia 12 de maio, conforme anunciou hoje a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O projeto, avaliado em US$ 5,2 bilhões e com previsão de gerar 3.300 megawatts, atrairá em seu leilão grandes empresas nacionais e estrangeiras.

O grande favorito, no entanto, é o consórcio Madeira Energia – formado pela estatal Furnas e o grupo construtor Odebrecht -, que em dezembro do ano passado obteve a concessão da hidroelétrica de Santo Antônio, projeto avaliado em US$ 6 bilhões.

O consórcio Madeira Energia ganhou a licitação de dezembro ao oferecer o melhor preço, com a oferta de R$ 78,87 por megawatt-hora para a energia gerada na hidrelétrica de Santo Antônio.

Jirau e Santo Antonio gerarão juntas 6.450 MW e formam o projeto mais importante na área energética do Governo brasileiro para os próximos anos visando sustentar o crescimento econômico do país.

A quantidade a ser gerada pelo complexo equivale à metade da capacidade de geração da central Itaipu Binacional, na fronteira com o Paraguai, até agora a maior em operação no mundo.

De acordo com o cronograma inicial, a eletricidade do novo complexo deverá estar disponível no sistema a partir de 2014.

O preço-teto fixado pela Aneel para o leilão foi de R$ 91,00 megawatt-hora (MWh).

Essa referência está acima dos R$ 85 recomendados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) ao analisar as condições do leilão.

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou hoje a jornalistas que o governo optou por não fixar um preço muito baixo para não desestimular a concorrência entre os vários consórcios já interessados no leilão.

Também afirmou que o Brasil não enfrentará um déficit de energia, refutando os argumentos de vários analistas que temem que o crescimento da geração não siga o ritmo acelerado de expansão econômica.

“Não seremos surpreendidos pela apatia. O Produto Interno Bruto (PIB) do país pode crescer 5,0% e a produção de energia 4,3% ou 3,5%. Estamos prevendo tudo isso”, disse.




 

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