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Brasil

Justiça do Rio retoma audiência do caso Amarildo

Arquivo Geral

02/04/2014 10h26

A Justiça do Rio retoma, nesta quarta-feira, 2, às 14 h, a audiência de instrução e julgamento do processo do desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, de 43 anos, na Favela da Rocinha, zona sul do Rio de Janeiro. Desta vez, serão ouvidas as últimas testemunhas de defesa dos 25 policiais militares acusados de envolvimento no crime. Amarildo sumiu na noite de 14 de julho de 2013, após ter sido conduzido por PMs à sede da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade “para averiguação”.

Todas as testemunhas de acusação, arroladas pelo Ministério Público, já foram ouvidas. Após o término das oitivas das testemunhas de defesa, o juízo dará início ao interrogatório de cada um dos 25 réus. Eles respondem pelos crimes de tortura, ocultação de cadáver, fraude processual e formação de quadrilha. O processo tramita na 35ª Vara Criminal do Rio.

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    Justiça do Rio retoma audiência do caso Amarildo

    Arquivo Geral

    12/03/2014 9h58

    Será retomada às 13h desta quarta-feira , 12, a audiência de instrução e julgamento do processo em que 25 policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Favela da Rocinha, na zona sul do Rio, são acusados de envolvimento no sumiço e morte presumida do pedreiro Amarildo Dias de Souza, de 43 anos.

    O processo tramita na 35ª Vara Criminal do Rio. Na primeira sessão da audiência, realizada em 22 de fevereiro, foram ouvidas três das 19 testemunhas de acusação: os delegados Rivaldo Barbosa e Ellen Souto, e o inspetor Rafael Rangel. Lotados na Divisão de Homicídios (DH), os três estiveram à frente das investigações.

    Nesta quarta, a juíza Daniella Alvarez Prado vai continuar a ouvir testemunhas arroladas pelo Ministério Público. Caso não haja tempo para todos os depoimentos, uma nova sessão será marcada. Depois, prestarão depoimento as testemunhas de defesa dos réus. Ao final, os réus serão interrogados.

    Dos 25 PMs, 13 aguardam o julgamento presos preventivamente. Eles respondem pelos crimes de tortura seguida de morte, ocultação de cadáver, formação de quadrilha e fraude processual.

    O pedreiro Amarildo está desaparecido desde a noite de 14 de julho do ano passado, quando foi conduzido por PMs de sua casa à sede da UPP “para averiguação”. O corpo jamais foi localizado.

    Em fevereiro deste ano, a 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça declarou a morte presumida de Amarildo. A morte presumida substitui o atestado de óbito, e permite à família receber pensão ou indenização.

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