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Brasil

Interpol desmantela rede de pirataria que atuava no Brasil e em outros países

Arquivo Geral

30/05/2008 0h00

A Interpol, abortion a Polícia internacional, deteve 185 membros de uma rede organizada de falsificação em escala internacional que operava no Brasil e em outros países sul-americanos e apreendeu produtos pirateados calculados em mais de US$ 115 milhões, informou hoje a organização.


“A Operação Júpiter – realizada entre outubro e novembro de 2007- se centrou principalmente na circulação de produtos falsos e pirateados procedentes do Sudeste Asiático que eram introduzidos pelos portos de Iquique (Chile) e Montevidéu (Uruguai)”, precisou a organização em comunicado.


A Interpol explicou que, “dali, os canais de distribuição das redes criminosas organizadas transnacionais discorriam através de Bolívia, Paraguai e Peru até Brasil e o resto da América do Sul”.


A operação permitiu também recuperar medicamentos falsos que podiam ser letais e produtos elétricos que não cumpriam as normas mínimas de qualidade, além de 973 quilos de maconha, 2,35 quilos de crack, armas e munição confiscadas pelos funcionários policiais e de alfândegas de Brasil, Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai.


O secretário-geral da Interpol, Ronald Noble, afirmou que na organização com sede em Lyon, no sudeste da França, estão “sumamente satisfeitos com o apoio que as autoridades policiais e alfandegárias prestaram à Interpol e às empresas afetadas pela falsificação e pela pirataria na América do Sul”.


A operação é a terceira atuação realizada na região destinada a combater as quadrilhas organizadas transnacionais envolvidas com falsificação e pirataria, acrescentou a Interpol.


O chefe da Polícia Nacional uruguaia, Sydney Ribeiro, afirmou que a operação permitiu melhorar o nível de conhecimento sobre estes fenômenos no Uruguai.


A Operação Júpiter faz parte de uma série de iniciativas regionais organizadas pela Interpol com o apoio da Câmara de Comércio americana e dirigidas contra quadrilhas organizadas em escala internacional no âmbito da falsificação e da pirataria, acrescentou a organização.


 

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