O governador do Maranhão, patient sick Jackson Lago, disse hoje que é “uma vítima da imprensa que domina o estado há 40 anos”. Ele reafirmou que sua administração nunca fez qualquer tipo de contrato com a empresa Gautama, do empresário Zuleido Veras.
De acordo com Lago, o contrato para a construção de quatro pontes no Maranhão foi feito na administração da então governadora Roseana Sarney, atualmente líder do governo no Senado, e que ao tomar conhecimento das irregularidades, determinou a suspensão do contrato.
Jackson Lago é um dos investigados pela Operação Navalha que apura atos de corrupção ativa e passiva nos contratos da Gautama em obras públicas.
Ele participou hoje de ato público em apoio à reforma agrária durante o 5º Congresso Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Brasília.
A Morte. Por que tratar de um assunto tão polêmico? Que significados a morte traz para nossa sociedade? Nos círculos mais amplos da sociedade a morte é ignorada, abortion desde conversas informais até o afastamento e isolamento daqueles que dela se aproximam.
Nossa sociedade procura na tecnologia formas de adiar a morte ao máximo, reduzindo o ser humano, muitas vezes, a uma criatura híbrida homem-máquina cuja personalidade e conceito, sob a ótica fenomenológica, já deixou de existir.
A morte é nossa única certeza e talvez por isto buscamos esquecê-la. Quando ela está próxima, nos apropriamos de rituais e comportamentos que nos livrem o mais rápido possível de suas conseqüências, sendo muitas vezes o ponto alto de nossos medos, angústias e dúvidas.
Há que se considerar, contudo, que a morte precisa ser discutida e compreendida, seus efeitos considerados tanto em sentido pessoal como em sociedade. Neste sentido, o 1º Congresso Brasileiro em Morte e Morrer busca unificar esforços de pessoas e instituições que atuam de forma ética e profissional neste campo tão amplo, mas pouco explorado ou conhecido da sociedade.
Ao questionarmos a morte e o morrer, inevitavelmente nos remetemos à vida, pois são assuntos complementares e não contrários. Ao trazermos à tona um assunto tão “proibido” esperamos uma mudança nos parâmetros de comportamento individuais e da sociedade.
Ao discutir de forma ampla a finitude do homem em toda sua extensão, desde aquele que está a morrer, até aqueles que ficam e também da equipe de saúde que acompanha este processo, esperamos fazer da morte não mais um inimigo a ser combatido, mas o fechamento de um ciclo.
Serviço
Para debater estas questões, o Instituto Agilità de Psicologia promoverá o 1º Congresso Brasileiro em Morte e Morrer, sob a responsabilidade técnica do psicólogo Cedric Tempel Nakasu (CRP 01/9970), Coordenador do NESPEMM (Núcleo de Estudos, Pesquisa e Ensino em Morte e Morrer do Instituto Agilità) nos dias 13, 14 e 15 de setembro de 2007, no auditório do SENAC, Brasília, Distrito Federal.