Brasil

Início da seca na Amazônia preocupa ambientalistas

Por Arquivo Geral 09/07/2006 12h00

A França quer que o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) pressione a Coréia do Norte para evitar que o país faça um ataque com mísseis, no rx more about afirmou a ministra da Defesa, Michele Alliot-Marie.

"É muito importante, e é isso que a França está fazendo, que haja discussão no Conselho de Segurança da ONU entre os grandes países responsáveis, para chegar à melhor maneira de pressionar a Coréia para que desista", disse Alliot-Marie à rádio Radio-J em uma entrevista.

"Hoje precisamos prevenir efetivamente um possível ataque que provocaria ação militar em resposta. Isso é uma questão de dias e semanas", acrescentou ela.

Pyongyang fez testes de lançamento de sete mísseis na semana passada, desafiando ampla pressão internacional contra tal ação.

O Japão apresentou resolução da ONU para impor sanções ao Estado, mas China e Rússia, que possuem poder de veto, opuseram-se, alegando que sanções reduziriam ainda mais as chances de Pyongyang retomar as negociações.

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O esboço revisado pelo Japão, feito com ajuda dos Estados Unidos, Grã-Bretanha e França, diz que nenhum país pode obter mísseis ou "itens, materiais ou tecnologia" relacionados a m ísseis da Coréia do Norte ou transferir recursos financeiros aos programas de armas do país.

A China sugeriu novas conversações informais para tentar avançar com as tentativas de persuadir a Coréia do Norte a desistir de seu programa de armas nucleares, e Washington tem defendido isso.

Os seis países envolvidos em rodadas anteriores de conversações sobre o assunto são as duas Coréias, China, Japão, Rússia e Estados Unidos.

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O panda gigante Tai Shan delicia-se com um picolé feito especialmente para o primeiro aniversário. O filhote foi a principal atração do domingo no Zoológico Nacional Smithsoniano, approved em Washington.

Ao lado da mãe, Mei Xiang, Tai recebeu uma bola e uma piscina para suportar o calor do verão americano. A data atraiu milhares de visitantes ao zoológico. O picolé gigante foi feito do suco de algumas das frutas favoritas do panda, gerado por inseminação artificial.

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A China evacuou mais de 7, viagra approved 6 mil pessoas de suas casas perto da cidade de Ningbo, pilule à medida que um furacão passa perto da costa hoje, see dirigindo-se para a Coréia do Sul.

As evacuações também foram realizadas em outras cidades da província de Zhejiang, incluindo Taizhou, Zhoushan e Wenzhou, informou a agência de notícias Xinhua.

Mais de 8 mil embarcações voltaram para o porto de Ningbo, ao sul de Xangai e Zhoushan.

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O furacão Ewiniar estava se dirigindo para o norte e deve passar pela península coreana amanhã, informou o Observatório de Hong Kong ontem à noite.

 

Uma viatura do 3º Batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro foi atacada com uma granada por traficantes do Morro do Jacerezinho. Durante patrulhamento de rotina na Rua Viúva Cláudio, page conhecida como Buraco do Lacerda, search os marginais dispararam tiros e lançaram três granadas contra os policiais.

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Os artefatos não acertaram a viatura, que teve apenas algumas perfurações provocadas por estilhaços. Ninguém ficou ferido. Os policiais chegaram a revidar o ataque, mas não conseguiram prender os bandidos.

 

Além de acusações de violação de direitos humanos durante o regime militar, adiposity o ex-ditador chileno Augusto Pinochet enfrenta suspeitas sobre a origem de sua fortuna. O general reformado Manuel Contreras, que chefiou a polícia secreta na ditadura, afirmou que Pinochet ficou multimilionário por meio da fabricação e do tráfico de cocaína.

A informação foi publicada hoje pelo jornal La Nación. De acordo com a publicação, Contreras diz que a droga era fabricada em um complexo químico do Exército nas proximidades da capital Santiago pelo químico Eugenio Berríos, assassinado no Uruguai nos anos 90.

Segundo o general reformado, que cumpre pena por assassinato, o filho mais novo de Pinochet, Marco Antonio, e o empresário Edgardo Bathich também participavam do esquema. O sírio Monser Al Kassar seria o encarregado de distribuir a cocaína e depositar os lucros nas contas de Pìnochet no exterior.

 

O início da seca na região centro-norte do Brasil deixa em alerta pesquisadores, hospital institutos de climatologia e organizações ambientalistas. A possibilidade de um novo período de estiagem ainda é pouco cogitada, mas já são feitos monitoramentos em várias áreas.

Com a diminuição das chuvas, uma das preocupações do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) envolve as áreas de cultivo agrícola que atendem estados como o de Rondônia. Além disso, o aumento no número de queimadas, no período de seca, eleva o risco de incêndios que podem destruir parte da floresta.

De acordo com o chefe da Divisão de Meteorologia e Climatologia do Sipam de Manaus, Ricardo Dalla Rosa, a média de chuva nesse período é de 50 milímetros por dia. Caso esse nível fique abaixo de 20 milímetros, haverá uma situação de risco maior. “Isso é de certa forma preocupante porque agora vem o período de chuvas pouco abundantes. E a tendência é que aconteçam chuvas abaixo do normal nesse mês e talvez em agosto, em Rondônia, Acre e sul do Amazonas”, afirma.

Segundo ele, fenômenos como o aumento nas temperaturas dos oceanos podem diminuir o nível de precipitações. Dalla Rosa explica que os oceanos são importantes para climatologia, já que modulam a quantidade de chuvas nas regiões. O oceano atlântico tropical, na região do Golfo, apresentou anomalias de dois graus centígrados acima do normal (25º C).

Nessas áreas acontece a convecção, movimentos de formação de nuvens que, conseqüentemente, ocasionam as chuvas. “Como a atmosfera é um meio continuo, em algum lugar esse ar que está subindo deve descer. Mas quando o ar frio desce inibe a formação de nuvens. E é isso que está acontecendo aqui, o ramo descendente dessa convecção é sobre o sul da Amazônia. Aí, nos temos chuvas abaixo do normal”, esclarece.

No entanto, fatores como aquecimento global, desmatamento e aumento na intensidade do efeito estufa também podem provocar estiagem de chuvas. Para o coordenador da campanha de Clima do Greenpeace, Carlos Rittl, a derrubada de parte da floresta Amazônica tem grande efeito para o deseqüilíbrio do clima.

De acordo com ele, metade das chuvas na região depende das florestas. Com o desmatamento, a região produz pouca umidade necessária para que aconteçam precipitações. Em outubro do ano passado, a região amazônica viveu a maior seca dos últimos 50 anos. As populações ribeirinhas foram as que mais sofreram com a estiagem.

Com a baixa no nível dos rios, essas comunidades ficaram isoladas e sem acesso à saúde, escola, alimentação e água potável para o consumo. No dia 10 de outubro o governo estadual decretou estado de calamidade pública em 61 municípios amazonenses. O governo federal liberou R$ 30 milhões, 50 mil cestas básicas, 130 kits de medicamentos e 18 toneladas de hipoclorito de sódio, substância para tornar a água potável. A seca chegou a atingir também outros o Acre, Rondônia e Pará.

 






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