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Brasil

Império abre o Carnaval na Sapucaí com desfile pobre

Arquivo Geral

03/03/2019 22h56

Andreia Salles, Jorge Eduardo Antunes, Paulo Gusmão e Soraya Kabarite
Especial para o Jornal de Brasília

O desfile das sete primeiras escolas da elite do Carnaval carioca começou com um banho. Não que o Império Serrano tenha feito um desfile como nos tempos do histórico “Bumbum paticumbum prugurundum”, de 1982, seu último título. É que a chuva castigou a Passarela do Samba, na Avenida Marques de Sapucaí.

Embaixo d’água, o Império fez pouco, o que prova que não basta apenas ter grandes ideias. O enredo “O que é, o que é?”, do carnavalesco Paulo Menezes, era baseado na clássica música de Luiz Gonzaga Júnior, o Gonzaguinha. Mas, com perdão do trocadilho, o desfile foi uma droga. Mesmo ainda cedo para cravar algum prognóstico de título – afinal, era a primeira de 14 escolas -, a passagem da tradicional escola do bairro de Magno deu mais a sensação de que, se fosse no Grupo de Acesso, poderia até ser campeã. Mas, no Grupo Especial, sairá no lucro se permanecer na elite mais um ano.

Nem mesmo o empolgante refrão “é bonita, é bonita, é bonita”, do sucesso de Gonzaguinha, usada como samba-enredo, empolgou o encharcado público. Fantasias e carros alegóricos pobres não serão compensados pela alegria dos desfilantes. De especial mesmo só a homenagem à dona Ivone Lara, no último carro. E olhe lá.

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