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Brasil

Horário de verão termina à meia noite deste sábado

Arquivo Geral

18/02/2016 10h10

O horário de verão termina no Brasil à meia-noite da passagem deste sábado, 20, para domingo, 21. Os relógios deverão ser atrasados em uma hora no Distrito Federal e em 10 estados.

A medida teve início no dia 18 de outubro de 2015. Pela legislação, prevista no decreto nº 6.558/2008, o horário de verão vigora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Tiveram mudança de horário os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal.

O decreto fixa a duração de quatro meses, a partir de 0h do terceiro domingo do mês de outubro de cada ano, até zero hora do terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte, em parte do País.

O horário de verão é mais eficaz nos Estados mais distantes da Linha do Equador, onde há uma diferença significativa na luminosidade durante a estação. Por isso, a medida não é mais aplicada nas regiões Norte e Nordeste do País.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia (MME), a mudança de horário reduzirá a demanda em aproximadamente 2.610 megawatts (MW).

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    21/02/2015 15h23

    O horário de verão acaba neste sábado, à meia-noite, quando os relógios devem ser atrasados em uma hora em dez Estados e no Distrito Federal. A medida resultou em economia de energia de 4,5% entre 18 e 21 horas nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. No ano passado, essa economia foi de 4,1%. Considerando todo o consumo das regiões desde 19 de outubro, a economia foi de 0,5%.

    Considerando todo o período de vigência do horário de verão, a redução de consumo de energia no Sudeste e no Centro-Oeste foi de cerca de 195 MW médios, suficientes para iluminar Brasília por um mês. No Sul, a economia total foi de 55 MW médios, o equivalente ao consumo mensal de Florianópolis. Somados, esses 250 MW médios representam 0,5% do total da energia gasta nos Estados que adotaram o horário alterado.

    De acordo com o MME, o horário de verão ainda proporcionou um ganho de armazenamento de energia nas hidrelétricas de 0,4% no Sistema Sudeste/Centro-Oeste e de 1,1% na Região Sul. A persistente estiagem que afeta o País há três anos levou os reservatórios das principais usinas das Regiões Sudeste e Nordeste a níveis muitos baixos. Com a atual crise energética, o governo chegou a cogitar a prorrogação do horário por mais um mês, até 22 de março, mas os cálculos mostraram que a medida não valeria a pena, pois acarretaria pouca economia adicional. O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, já ressaltou que a mudança segue válida e continuará a ser feita.

    Crítica. “O estrago que o horário de verão faz – pelo menos, no meu organismo – em quatro meses não dá para ser revertido em uma hora a mais na virada de um único fim de semana. Regular o meu horário biológico do sono leva dias e acredito que os malefícios dessa mudança deveriam ser melhor estudados”, reclama a jornalista e professora universitária Cíntia Cerqueira Cunha, de 45 anos.

    Por causa da mudança de horário, o Metrô de São Paulo vai estender as operações em uma hora. Os passageiros poderão embarcar até a 1 hora do horário novo. As companhias aéreas também recomendam que as pessoas com voos marcados para domingo fiquem atentas. As empresas informam que os bilhetes são impressos com o horário atualizado, mesmo que o check-in seja feito um dia antes.

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