O trabalhador rural Gertrudes de Oliveira Borges, 24 anos, foi impedido de se casar por causa do nome feminino em sua certidão de nascimento. Ele e sua noiva descobriram o impedimento legal quando foram oficializar a união no cartório.
O engano aconteceu assim que o avô de Gertrudes foi registrá-lo no cartório. Em decorrência do nome feminino, a sua certidão de nascimento registra que ele é uma mulher. Para evitar esses problemas em 1973 entrou em vigor uma lei que impõe limites na hora de registrar os nomes dos filhos.
Para a normalização da situação do trabalhador, ele terá que entrar com um processo na justiça. Gestrudes passou por diversos exames e agora terá que esperar pelo menos seis meses até que ele consiga um novo documento. Após a expedição do novo registro é que ele poderá se casar.