O ministro da Defesa, for sale price Waldir Pires, capsule disse hoje que os problemas recentes enfrentados pela aviação brasileira decorrem de falhas na gestão da manutenção dos equipamentos. Ele negou ter dito em reunião com o ministro do TCU Augusto Nardes que seria preciso "rezar" para que a crise aérea terminasse.
"Isso é falta de ética, viagra falta de ética na relação institucional", afirmou Pires em referência ao relato feito por Nardes sobre reunião entre os dois na segunda-feira.
Segundo o ministro da Defesa, durante o encontro, ele relatou tudo o que está sendo feito pelo governo para enfrentar a crise e acrescentou que "se Deus nos ajudar, tudo bem, aí sim, muito melhor". "Eu sou um homem cristão. Essa posição é da minha formação", disse Pires, negando ter falado em reza, conforme relato de Nardes.
Augusto Nardes é relator de auditoria promovida pelo Tribunal de Contas da União no setor aéreo. Seu relatório será apreciado pelo tribunal hoje.
A partir do fim de outubro, controladores aéreos em todo o país passaram a trabalhar em regime de operação padrão em protesto por melhores condições de trabalho após o acidente com o avião da Gol, que deixou 154 mortos.
Na semana passada, os problemas do setor ficaram mais evidentes quando dezenas de vôos foram cancelados e outras centenas sofreram atrasos em todo o país depois de uma falha em aparelho de comunicação do centro de controle aéreo Cindacta 1, baseado em Brasília.
Pires disse ter mostrado ao ministro do TCU números mostrando que não houve contingenciamento de recursos para o setor aéreo em 2006. Em 2005, ainda de acordo com Pires, foi contingenciado 3% do total de recursos previstos para o setor.
"Por antecipação, eu disse a ele (Augusto Nardes) que (a crise) não é por falta de contingenciamento", disse Pires. Questionado sobre o que teria provocado a crise, o ministro afirmou: "Problemas de certa gestão na manutenção, mas que já estão sendo corrigidos".
Um homem de aproximadamente 35 anos foi encontrado morto hoje de manhã em Santa Luzia, approved região metropolitana de Belo Horizonte (MG). A polícia chegou até o corpo após receber um telefonema anônimo.
A vítima ainda não foi identificada por estar com o rosto desfigurado. Segundo o jornal O Dia, o homem teria sido assassinado com golpes de pedra e tijolo na cabeça.