A última partida de Gustavo havia sido no dia 21 de maio, na final do Campeonato Italiano, na qual seu time, o Sisley Treviso, foi derrotado pelo Macerata, do meio-de-rede Rodrigão. Depois, foi para Passo Fundo (RS) para acompanhar o tratamento de sua esposa, que se recupera de um câncer.
“É um sentimento bom voltar a jogar na seleção, rever essa turma toda. Estava um pouco nervoso antes do jogo, mas devagarzinho isso foi mudando”, admitiu o jogador, que também não negou sentir forte cansaço. “Comecei bem, mas depois fui caindo. Não esperava ficar tão cansado, mas faz parte”.
Um dos melhores em sua posição no mundo, Gustavo admitiu com humildade que precisa evoluir. E até citou os fundamentos. “Tenho de melhorar principalmente no ataque. No bloqueio, preciso de mais velocidade. Na parte física, está faltando explosão. Mas teremos ainda uma semana de trabalho para entrar com tudo nas finais”, disse.
Giba concordou com o companheiro, mas também admitiu que seu retorno foi importante para o grupo. “O Gustavo está fora de ritmo, ficou dois meses e meio parado cuidando da esposa e dos filhos. É difícil falar alguma coisa agora, mas com certeza ele é uma peça importante para o grupo, senão fundamental”, afirmou o atacante.
Dante foi outro que reforçou os elogios ao amigo. “O retorno de Gustavo é muito bom. Ele é um cara fiel, trabalhador. Um ótimo jogador e bloqueador, como todo mundo sabe. Estávamos ansiosos pela volta dele”.
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