“A Itália vem com o time completo. As outras jogadoras estão me ajudando muito”, comenta a atleta do Finasa/Osasco, que enfrentou a colega de seleção, que atua pelo Rexona/Ades, na final da última Superliga. Agora, ela comemora o fato de não ser mais uma torcedora.
“Saía dos jogos com o pescoço dolorido, de tanta tensão. Às vezes não agüentava e levantava, ia beber uma água. No fim da partida, eu estava tão cansada quanto as meninas, parecia que eu tinha jogado o tempo todo”, garante a líbero.
Por isso, mesmo fora das quadras, Arlene mostra que encara com seriedade a oportunidade recebida. “Conversei com a Sheilla, que disputa ao Campeonato Italiano e me passou informações importantes”, explica Arlene, que tratou de se preparar bem no período em que esteve fora. “Além dos treinos e de me cuidar fisicamente, prestei muita atenção nos vídeos para me manter atualizada. É preciso estar preparada para tudo e poder corresponder às expectativas”, emenda.
Aos 36 anos, ela é a atleta mais experinete do grupo. “O que vale é o tesão de estar na quadra, de poder mostrar a que veio. Somos um grupo muito aguerrido. Nesse Grand Prix, mais uma vez mostramos que nossa força está no grupo. Tivemos atuações maravilhosas em todos os aspectos”, acredita
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