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Brasil

Governo federal estuda mudar remédio para hepatite C

Arquivo Geral

11/01/2011 10h04

Grupos de portadores de hepatite C vão entrar nesta semana com uma representação no Ministério Público Federal contra o Ministério da Saúde. O objetivo é obrigar a pasta a manter, na rede pública, o fornecimento de dois tipos de interferon peguilado – principal droga usada no tratamento da doença.

O SUS oferece atualmente o Interferon Alfa 2a – comercialmente conhecido como Pegasys e fabricado pela Roche – e o Interferon Alfa 2b – chamado Peg-Intron, da Merck Sharp & Dohme. O ministério estuda realizar uma licitação para comprar a droga de apenas um fabricante, a um custo mais baixo.

Embora tenham o mesmo princípio ativo, os dois medicamentos são metabolizados de forma diferente pelo organismo. “Existem pacientes que não respondem a uma droga e se curam com a outra. Portanto, é preciso manter as duas”, afirma Francisco Martucci, do grupo C Tem Que Saber C Tem Que Curar.

Procurado pela reportagem, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde informou que as duas fórmulas continuarão disponíveis. “Uma das formulações abastecerá a necessidade nacional, enquanto a outra será adquirida especificamente para completar o tratamento dos pacientes em uso, evitando interrupções, e para atendimento de situações especiais”, diz a nota do departamento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

AE

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    Governo federal estuda mudar remédio para hepatite C

    Arquivo Geral

    11/01/2011 9h51

    Grupos de portadores de hepatite C vão entrar nesta semana com uma representação no Ministério Público Federal contra o Ministério da Saúde. O objetivo é obrigar a pasta a manter, na rede pública, o fornecimento de dois tipos de interferon peguilado – principal droga usada no tratamento da doença.

    O SUS oferece atualmente o Interferon Alfa 2a – comercialmente conhecido como Pegasys e fabricado pela Roche – e o Interferon Alfa 2b – chamado Peg-Intron, da Merck Sharp & Dohme. O ministério estuda realizar uma licitação para comprar a droga de apenas um fabricante, a um custo mais baixo.

    Embora tenham o mesmo princípio ativo, os dois medicamentos são metabolizados de forma diferente pelo organismo. “Existem pacientes que não respondem a uma droga e se curam com a outra. Portanto, é preciso manter as duas”, afirma Francisco Martucci, do grupo C Tem Que Saber C Tem Que Curar.

    Procurado pela reportagem, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde informou que as duas fórmulas continuarão disponíveis. “Uma das formulações abastecerá a necessidade nacional, enquanto a outra será adquirida especificamente para completar o tratamento dos pacientes em uso, evitando interrupções, e para atendimento de situações especiais”, diz a nota do departamento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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