Em meio a especulações envolvendo os contratos de várias sedes da Fórmula 1, o governo da cidade de Valência refutou a hipótese de que esteja insatisfeita com o seu contrato com o empresário Bernie Ecclestone, e negou que gostaria de alterar cláusulas da negociação ou até mesmo deixar de receber o Grande Prêmio da Europa.
Bernie já afirmou que não pretende mudar nada nem liberar a cidade do contrato vigente com a F-1, ainda que a etapa não tenha tido tanto sucesso em público nos últimos anos e nem mesmo a total aprovação dos pilotos, além da custoso contrato com o empresário detentor dos direitos da categoria.
O diretor do circuito da Catalunha, Salvador Servia, alfinetou os organizadores valencianos ao dizer que eles ainda devem taxas a Ecclestone, fator que foi negado pelo governo local.
“Nosso governo, neste momento, não tem a intenção de alterar nenhum ponto do contrato que temos com a Fórmula 1”, afirmou Gerardo Campos, um dos ministros do governo de Valência.
O diário espanhol El Periodico afirmou, no final do ano passado, que o público da etapa da Europa da F-1 em 2010 caiu 25% em relação ao ano anterior, e que a etapa custaria 142 milhões de euros aos cofres locais (cerca de R$ 324 milhões).