“Havia muitas ocasiões em que não concordamos com as decisões da FIA sobre alguma situação. Mas se chegássemos a uma situação de desafiar os comissários, seria uma bagunça”, recomendou Brawn.
A Renault, que apresentará seus argumentos na próxima semana, reclama de ter sido a mais prejudicada com a decisão, tomada na metade da temporada para todas as escuderias. Segundo os franceses, a medida poderia ter sido propositadamente tomada para “equilibrar” a temporada, favorecendo a Ferrari.
Os amortecedores equipam os carros de Fernando Alonso e Giancarlo Fisichella desde setembro de 2005. A Corte Internacional de Apelações analisará o caso no dia 22, e caso apóie a FIA, o engenheiro-chefe da Renault Pat Symonds estuda a possibilidade de entrar com um recurso.
“Creio que temos que considerar nossa posição, é claro, mas estamos decididos de que o resultado será mantido. Nossos argumentos são tão opressores que sequer pensamos em não vencer este processo”, disse Symonds.
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