“O campeonato da Fórmula 1 sobreviverá sem Michael”, disse o todo-poderoso em entrevista ao jornal alemão Tagblatt, lembrando que nem a morte de Ayrton Senna diminuiu o interesse do público. “E Ayrton era mais popular do que Schumacher.”
Mesmo com a entressafra de pilotos talentosos e a aposentadoria de grandes nomes, a F-1 tem se mantido sem grandes celeumas, segundo Ecclestone, graças ao nome forte que foi construído em volta da categoria, que tem superado campeões como Ayrton Senna, Juan Manuel Fangio, Alain Prost, Jim Clark e Nigel Mansell.
“Temos seguido adiante. A Fórmula 1 sobrevive desde 1950. Por isso acredito que ela seja mais popular do que qualquer grande nome”, afirmou Ecclestone, ele próprio um ex-piloto.
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