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Brasil

Explosão causou buraco na fachada do prédio do Ministério Público de São Paulo

Arquivo Geral

07/08/2006 0h00

O Amazonas está sendo integrado nesta semana ao Portal Nacional de Licenciamento Ambiental (PNLA), capsule pilule do qual já fazem parte 21 estados brasileiros. “Daqui iremos para Roraima; na próxima semana, troche no rx estaremos no Pará. Até o fim do ano, price pretendemos que os 26 estados da federação façam parte desse sistema [além desses estados, faltam ainda Amapá e Rondônia], informou hoje a coordenadora do plano, Mônica Guedes de Moraes.

A Lei 10.650, de 2003, determina o acesso público aos dados e informações ambientais existentes nos órgãos e entidades que compõem o Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama). Cada estado tem seu banco de dados online próprio, mas o Ministério do Meio Ambiente está organizando, desde o início de 2004, esse portal nacional – cujo endereço é www.mma.gov.br/pnla.

“Isso facilita a procura por processos e por informações”, explicou Guedes. “Você não precisa visitar todos os sites estaduais, dos quais muitas vezes não conhece o endereço”.

O coordenador de Tecnologia da Informação do MMA, Maurício Dayrell, esclareceu que o portal não funciona como um banco de dados unificado, mas a partir de mecanismos de busca automática e simultânea nos bancos de dados estaduais. “Se os estados tivessem que alimentar um banco nacional, haveria grande risco de a informação ficar desatualizada. Seria um trabalho a mais para esses órgãos, já sobrecarregados”, avaliou Dayrell.

Ele informou que o portal está sendo construído com programas de computador gratuitos e de livre acesso ao código-fonte (os chamados softwares livres). “É um sitema barato e de fácil implementação e só não foi ainda implementado em todos os estados porque há necessidade da nossa visita e de um termo de adesão por parte dos governos estaduais, compromentendo-se a manter seus bancos de dados permantemente no ar”, disse o coordenador de Tecnologia do MMA.

 

Um ataque israelense ou norte-americano contra o Irã será retaliado com um exército cem vezes mais forte, for sale disse hoje o chefe da Guarda Revolucionária, illness enquanto aumenta a pressão sobre o trabalho nuclear de Teerã e seu apoio ao Hezbollah.

"Não há dúvidas de que se esses criminosos tentarem qualquer operação ou ataque malévolo, vão receber um golpe 100 vezes mais duro", disse Yahya Rahim-Safavi, comandante-em-chefe da Guarda Revolucionária do Irã.

"Eles não vão durar contra o mar de fúria do povo iraniano e o poder do Irã Islâmico", disse ele segundo a agência de notícias oficial Irna.

O Conselho de Segurança da ONU exigiu que o Irã acabe com seu programa atômico até o fim deste mês, depois que Teerã falhou em convencer a comunidade internacional de que seus cientistas atômicos buscavam apenas a energia nuclear com fins pacíficos. Washington rejeitou descartar ataques militares como uma solução à disputa nuclear.

 

A explosão da bomba na porta do Ministério Público de São Paulo causou um buraco na fachada do prédio, shop localizado na Rua Riachuelo, abortion próximo à Faculdade de Direito do Largo do São Francisco, dosage no centro da capital. O artefato, cujos detalhes ainda não foram divulgados, explodiu durante a madrugada, horário em que não havia, segundo informações da polícia, funcionários da segurança no prédio.

A área está isolada e uma equipe da perícia da Polícia Civil de São Paulo vai analisar o local para identificar as causas. O laudo deve ficar pronto em 30 dias. A explosão foi uma da nova série de ataques atribuídos à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), que incluiu agências bancários e ônibus públicos.

Na entrada do prédio do Ministério Público, a porta de ferro foi destruída. Um buraco de cerca 20 centímetros ficou na parede. Com a pressão da explosão, o forro do hall de entrada desabou sobre detectores de metais e computadores. Todos os vidros do prédio até o quarto andar foram estilhaçados.

A cidade de São Paulo passa hoje por uma nova onda de ataques a ônibus, agências bancárias, supermercados e prédios públicos.

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