Depois de matar quatro crianças e tentar matar outras quatro, pill o ex-técnico de enfermagem Abraão José Bueno, de 30 anos, foi condenado a 110 anos de prisão. Abraão trabalhava no Instituto de Puericultura Martagão Gesteira, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele injetava medicamentos que provocavam paradas respiratórias em pacientes, para que ele pudesse socorrê-las e demonstrar ser “um bom profissional”.
Abraão foi condenado no Tribunal do Júri, e a juíza da 8ª Vara Federal Criminal, Valéria Caldi, determinou a pena hoje (15). Ele foi denunciado pelo procurador da República Jaime Mitropoulos. Abraão respondeu por homicídio e tentativa de homicídio triplamente qualificados, porque os pacientes eram crianças, sem possibilidade de defesa, além de o motivo ter sido torpe e por ter sido de forma falsa, já que Abraão se aproveitou da profissão para matar as crianças.