Ao longo da temporada 2010, Bruno Senna não se cansou de reclamar dos defeitos do carro da Hispania, incluindo o número excessivo de quebras. Entretanto, o chefe do time, Colin Kolles tem uma opinião bem diferente do brasileiro.
“Fomos a equipe novata mais confiável, a despeito do 2010 difícil que tivemos”, avaliou o dirigente, que ainda deu uma alfinetada nos pilotos que defenderam a escuderia. “A única razão pela qual não terminamos em décimo no campeonato foi que Virgin e Lotus tinham pilotos mais experientes”, acredita.
Dona do 11º lugar entre as 12 equipes do Mundial, à frente somente da Virgin, a Hispania dividiu o cockpit entre três pilotos este ano: Senna, Karun Chandhok e Sakon Yamamoto. Em 38 participações no Mundial (duas em cada uma das 19 corridas), o carro do time cruzou a linha de chegada em 25, mas não conseguiu somar pontos.
“Aprendemos muito e agora esperamos nos concentrar em fazer melhores resultados. Essa é a meta para 2011, assim com estabilizar a equipe”, destacou Kolles, se referindo aos problemas financeiros que ameaçam a continuidade da equipe, cujos pilotos para o ano que vem não foi anunciado – entretanto, é praticamente impossível Senna seguir na equipe.