“Não estamos mortos”, garantiu o administrador do circuito Massimo Marchignoli. A idéia é que a prova seja salva por conta de algumas alterações no circuito, que podem incluir até mesmo a mudança do traçado. Os custos seriam financiados pelo governo da Itália. Parlamentar da região de Ímola, Raffaello De Brasi já foi contatado pelos administradores do autódromo para fazer o pedido com a cúpula da política no país. Algo em torno de 10 milhões de euros seriam necessários.
Empresa que controla Ímola, a Sagis também soltou nota oficial confirmando a disputa. “Bernie Ecclestone confirmou ao presidente da Sagis, Federico Bendinelli, que a corrida será realizada entre os dias 27 e 29 de abril do ano que vem. Isso será confirmado na reunião do Conselho Mundial da FIA, em 18 de outubro”, diz a nota.
O calendário provisório divulgado nesta terça-feira permite esta inclusão. O GP do Bahrein está programado para o dia 15 de abril, enquanto a disputa seguinte, na Espanha, será em 13 de maio. O espaço de quase um mês é estranho na Fórmula 1, que normalmente tem provas a cada duas semanas.
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