A estréia de Rodolpho Mattheis, Zé Hélio, Sérgio Williams e João Franciosi no Rali Dacar teve que ser adiada para 2009. O quarteto participaria pela primeira vez da maior competição off-road do mundo, mas foi pego de surpresa com o cancelamento da prova na manhã desta sexta, véspera da largada.
Os dez brasileiros que correriam o evento já estavam em Lisboa para a largada rumo a Portimão, marcada para o sábado. Porém, o veto por conta das questões de segurança na Mauritânia deixou todos muito decepcionados. Caso como o de Rodolpho, que se disse “muito triste”.
“O Dacar ser cancelado justo na minha primeira vez é muito chato. Mas agora tenho que pensar no futuro e nas etapas do Campeonato Brasileiro”, consola-se o piloto, de 26 anos e natural de Petrópolis, que treinava há dois anos com Jean Azevedo para estrear no rali.
Outro que não escondeu a frustração foi João Franciosi, gaúcho radicado na Bahia e que formaria duplas nos carros com o navegador Lourival Roldan. “É desanimador. Nosso carro estava muito bom, meu entrosamento com o Lourival Roldan também, e saber essa notícia um dia antes do rali foi arrasador”, resumiu.
Clima de tensão
A morte de quatro turistas franceses na Mauritânia em dezembro foi o principal estopim para cancelar a 30ª edição do Rali Dacar. A própria ASO, organizadora da prova, lançou um comunicado oficial, lamentando o incidente e a necessidade de sua decisão.
“Tendo em conta as atuais situações de tensão política em nível internacional, o assassinato de quatro turistas franceses no dia 24 de Dezembro, atribuído a um ramo do Al-Qaeda no Magreb islâmico, e acima de tudo as ameaças diretas lançadas contra a prova por movimentos terroristas, a ASO não pode tomar outra decisão que não seja a anulação da prova”, diz o documento.
O documento, no entanto, garante que o cancelamento em 2008 não atrapalhará o futuro do rali. “O Dacar é um símbolo, e nada pode destruir os símbolos.”
Os dez brasileiros que correriam o evento já estavam em Lisboa para a largada rumo a Portimão, marcada para o sábado. Porém, o veto por conta das questões de segurança na Mauritânia deixou todos muito decepcionados. Caso como o de Rodolpho, que se disse “muito triste”.
“O Dacar ser cancelado justo na minha primeira vez é muito chato. Mas agora tenho que pensar no futuro e nas etapas do Campeonato Brasileiro”, consola-se o piloto, de 26 anos e natural de Petrópolis, que treinava há dois anos com Jean Azevedo para estrear no rali.
Outro que não escondeu a frustração foi João Franciosi, gaúcho radicado na Bahia e que formaria duplas nos carros com o navegador Lourival Roldan. “É desanimador. Nosso carro estava muito bom, meu entrosamento com o Lourival Roldan também, e saber essa notícia um dia antes do rali foi arrasador”, resumiu.
Clima de tensão
A morte de quatro turistas franceses na Mauritânia em dezembro foi o principal estopim para cancelar a 30ª edição do Rali Dacar. A própria ASO, organizadora da prova, lançou um comunicado oficial, lamentando o incidente e a necessidade de sua decisão.
“Tendo em conta as atuais situações de tensão política em nível internacional, o assassinato de quatro turistas franceses no dia 24 de Dezembro, atribuído a um ramo do Al-Qaeda no Magreb islâmico, e acima de tudo as ameaças diretas lançadas contra a prova por movimentos terroristas, a ASO não pode tomar outra decisão que não seja a anulação da prova”, diz o documento.
O documento, no entanto, garante que o cancelamento em 2008 não atrapalhará o futuro do rali. “O Dacar é um símbolo, e nada pode destruir os símbolos.”