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Brasil

Estado assume fiscalização agropecuária de mercadorias para a Zona Franca de Manaus

Arquivo Geral

30/07/2007 0h00

A Secretaria da Produção Rural do Amazonas assumiu hoje as ações de defesa, abortion vigilância e fiscalização agropecuárias relacionadas à inspeção fitossanitária de embalagens e suportes de madeira para armazenamento nos portos, page aeroportos e postos de fronteiras.

Essas ações cabem aos fiscais federais, que retomaram a greve no dia 24, o que levou o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, a editar portaria na última sexta-feira repassando a competência.

A iniciativa tem o objetivo de contribuir para minimizar os impactos causados à Zona Franca de Manaus (ZFM) e ao comércio local, porque os insumos, componentes e mercadorias diversas estão retidos nos principais portos e aeroportos, por falta de fiscalização para liberação das cargas.

Pelo menos 23 funcionários da Secretaria serão liberados para o trabalho: 12 engenheiros agrônomos, quatro médicos veterinários, três técnicos agrícolas e quatro motoristas da Comissão Executiva Permanente de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Codesav).

Os fiscais federais agropecuários rejeitaram a proposta enviada ontem pelo governo, para reestruturação salarial e de carreira. Eles reivindicam aumento do piso salarial de R$ 2.742 para R$ 5.152, e do teto, que atualmente é de R$ 4.821, para R$ 8.100.

De acordo com o diretor-presidente da Codesav, Alexandre Araújo, a economia do Amazonas é a principal prejudicada com essa greve. “A produção na Zona Franca de Manaus precisa receber, diariamente, os insumos que chegam nos portos e aeroportos da cidade e que, por sua vez, necessitam da liberação do Ministério da Agricultura. Quando não liberados, os insumos retidos prejudicam o desempenho de diversas linhas de produção no Pólo Industrial”, afirmou.
 

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