“Estamos apenas poupando-o para a partida”, minimizou. Em seguida, Ney, que foi levantador na mesma época do técnico Bernardinho, revezou-se com o fisioterapeuta Guilherme Tenius, o Fiapo, para suprir a ausência de Escadinha no treinamento. Tenius, que jogou vôlei durante 14 anos, gostou de praticar.
“É muito bom poder ajudar. Parei no início dos anos 1990. A última vez que participei de um coletivo foi na própria seleção, já como fisioterapeuta. Confesso que não sinto saudades do tempo de jogador, mas sempre que for preciso estou à disposição”, comentou Fiapo.
O treinamento do Brasil foi o primeiro realizado no ginásio dos jogos, o Luzhniki, inaugurado pelo presidente comunista Nikita Kurschev há 50 anos. No ginásio, todo reformado por dentro, os 12 jogadores da seleção de Bernardinho se reencontraram, já que seis deles haviam seguido para as partidas contra Portugal, em Fortaleza, e a outra metade foi treinar em Latina, na Itália.
“Fizemos bons treinos técnicos e táticos em Latina contra um time local”, contou o assistente-técnico Ricardo Tabach, que viajou com a equipe e parte da comissão técnica para a Itália, enquanto Bernardinho seguiu para Fortaleza. “O principal objetivo foi atingido, que era atenuar os efeitos da viagem. O grupo que foi para a Itália está em condições bem melhores do que o resto. Mas eles estão muito motivados, não vêem a hora de decidir. Eles sentem prazer em enfrentar momentos difíceis”, discursou.
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