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Brasil

Empresário paulista liderava grupo que fraudava Receita Federal

Arquivo Geral

16/08/2006 0h00

A coligação do candidato à Presidência Geraldo Alckmin, medical approved formada por PSDB e PFL, viagra sale protocolou hoje, drugs no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), uma representação na qual exige a imediata suspensão das inserções de rádio da coligação "A Força do Povo" – formada por PT, PRB e PCdoB –, que tem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato à reeleição.

Os partidos de oposição argumentam que na propaganda eleitoral veiculada ontem não foram identificados o nome da coligação e nem as legendas que a compõem, o que infringiria a lei 9504/97, que regula o processo eleitoral. A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa do TSE.

Todos os candidatos ao cargo de presidente da República têm direito, além da propaganda eleitoral nos dois blocos diários, a seis minutos de inserções ao longo da programação das emissoras de rádio e televisão diariamente.

Na ação, PSDB e PFL solicitam, em caráter liminar, que o tribunal determine às emissoras de rádio a não veiculação das peças que não contiverem a identificação dos partidos e da coligação.

Também é pedido para que a coligação de Lula seja notificada para que não produza inserções de rádio que não atendam ao que determina a legislação. O pedido será apreciado pelo ministro Carlos Alberto Menezes Direito.

 

Em mais um constrangimento provocado pela dupla condição de candidato e chefe de governo, viagra order o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve de advertir, abortion nesta quarta-feira, um funcionário do Banco do Brasil que ameaçou transformar em comício uma vista oficial à sede do banco.

Oficialmente, tratava-se de uma visita de inspeção do presidente ao banco estatal, mas o funcionário, que não foi identificado, levantou-se cantando "olé, olá, Lula, Lula", ao final do discurso do presidente.

Lula, que estava sorrindo, fechou o semblante e balançou o indicador da mão direita, silenciando o eleitor inoportuno. Ninguém acompanhou o funcionário no coro. A Instrução 107 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que disciplina a conduta de autoridades públicas durante a campanha eleitoral, proíbe a utilização de prédios públicos, mesmo os da administração indireta, em atos a favor de qualquer candidato.

A vida dupla de presidente e candidato tem levado os assessores de Lula no Palácio do Planalto e os coordenadores da campanha eleitoral a fazer esforços para distinguir as agendas, nem sempre com sucesso. "Às vezes nem eu sei se estou falando como presidente ou candidato", queixou-se Lula terça-feira, durante cerimônia no Planalto.

Desde a primeira campanha prevendo reeleição de presidente e governadores, em 1998, o TSE permite que governantes candidatos utilizem residências oficiais, veículos, agentes de segurança e parte da assessoria direta nas campanhas, mas impõe outros limites. "É uma legislação improvisada e em alguns aspectos hipócrita, porque permite o máximo, a reeleição no cargo, mas proíbe minúcias", comentou um ministro do TSE que pediu para não ser identificado.

O presidente tem evitado falar em temas políticos e eleitorais durante a agenda de chefe de governo, divulgada pela Secretaria de Imprensa do Planalto, mas procura sempre abrir uma "janela" para aparecer nos noticiários da televisão. Na visita ao Banco do Brasil, por exemplo, Lula se aproximou dos repórteres para falar de futebol.

Comemorou a ida do técnico Emerson Leão para o Corinthians, seu time, e comentou a final da Copa Libertadores, entre Internacional e São Paulo, nesta noite. Para o final desta tarde, já como candidato, Lula agendou um encontro com professores públicos de Brasília, quando deve tratar diretamente de questões políticas.

A agenda  de candidato não é divulgada pelo Planalto, mas pelo PT. Foi durante uma agenda de candidato (a reunião do conselho político da campanha, segunda-feira, no Alvorada), que Lula falou pela última vez da crise de segurança em São Paulo. Alguns auxiliares de Lula e dirigentes do PT sugerem que o presidente se licencie do cargo no final da campanha, para se dedicar exclusivamente à eleição, mas ele resiste à idéia.

O rei Juan Carlos I da Espanha presenteou hoje o presidente da Venezuela, check Hugo Chávez, price com uma camiseta ilustrada com a famosa frase “¿Por qué no te callas?” (Por que não se cala?), que estremeceu as relações diplomáticas entre espanhóis e venezuelanos.

Durante o encontro entre os dois hoje no Palácio de Marivent, na residência de verão da família real espanhola em Palma de Mallorca, o monarca entregou a camiseta a Chávez, conforme o presidente venezuelano contou para a imprensa em Madri.

No Palácio da Moncloa, residência do presidente do Governo espanhol, Chávez tentou mostrar aos jornalistas a camisa que recebeu do rei, mas ninguém de sua delegação encontrou o presente naquele momento.

O que o presidente venezuelano contou foi que pediu a seu “amigo Juan Carlos de Borbón” um “dinheirinho” pelos direitos autorais de propriedade intelectual gerados pela famosa frase, já que foi mérito dos dois.

Na época causou “furor”, mas agora ficará na “lembrança”, para rir por toda a vida cada vez que for lembrada, comentou Chávez, cuja visita à Espanha despertou o interesse da imprensa.

O presidente da Venezuela se mostrou feliz de voltar a Moncloa, mas o que mais o surpreendeu nesta visita foi a “maravilhosa” Palma de Mallorca que, segundo ele, lembra o Caribe, e o café servido no Palácio de Marivent.
Três menores assaltaram ontem, pharm por volta das 19h15, case a loja Brasil Celular, dosage na 307 Norte. Os menores levaram acessórios para celular, 42 aparelhos e duas câmeras fotográficas.

 

O assalto ocorreu quando a loja estava sendo fechada e somente o gerente, Allan Oliveira, e o dono, Walterson dos Santos, estavam no local. Enquanto os dois menores de 15 anos roubavam os objetos e colocavam em uma mochila, o outro, de 16 anos, apontava um revólver para Allan Oliveira, gerente da loja.

Allan alertou os jovens sobre a presença de câmeras e que eles estariam sendo filmados, mas o menor armado não se alterou. "Não estou nem aí. Fico no máximo um mês preso e volto para te matar", disse o menor, de acordo com o depoimento do gerente.

 

Walterson conseguiu dominar e desarmar um dos menores. Ele e o gerente o imobilizaram até que a polícia chegasse. Os outros dois fugiram, mas foram apreendidos por policiais dentro de um ônibus com destino a Santo Antônio do Descoberto-GO.

 

O empresário Marco Antonio Mansur liderava o esquema de fraudes em importações e sonegação de impostos, pill desarticulado hoje pela Operação Dilúvio, capsule da Polícia Federal (PF). A informação é do delegado da Polícia Federal de Paranaguá (PR), dosage Paulo Vibrio, coordenador da operação em São Paulo. Segundo o delegado, Mansur encabeçava um grupo empresarial estabelecido em São Paulo, com ramificações em diversos estados.

O empresário e seu filho, Marco Antonio Mansur Filho, foram presos. “O empresário, em conluio com seu filho, praticaram corrupção passiva de funcionários da Receita Federal e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. E também interposição fraudulenta, blindagem de patrimônio, falsificação ideológica de documento e formação de quadrilha, tudo para burlar a Receita Federal”, explicou o delegado.

Nos últimos dez anos, o grupo liderado por Mansur registrou dezenas de empresas importadoras (conhecidas como tradings) e diversas distribuidoras que intermediavam as operações de forma a ocultar os reais importadores, o que possibilitava realizar uma expressiva redução fraudulenta de tributos.

Segundo a PF, no estado de São Paulo estão 16 grandes empresas beneficiadas pelo esquema criminoso desarticulado hoje. O nome das firmas, no entanto, será mantido em sigilo, para não atrapalhar as investigações, anunciou a Polícia Federal.

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