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Brasil

Em SP, teste do pezinho vai detectar mais duas doenças

Arquivo Geral

26/11/2013 8h31

A partir desta terça-feira, 26, o teste do pezinho feito nos bebês nascidos em São Paulo passa a detectar duas novas doenças, além das quatro já diagnosticadas anteriormente.

A mudança vai permitir a identificação precoce da hiperplasia adrenal congênita, falha na produção de hormônios das glândulas suprarrenais que impede que o bebê retenha água, e da deficiência de biotinidase, doença que não permite que a criança absorva a biotina, vitamina importante para o sistema neurológico e para a pele.

O teste anterior já detectava o hipotireoidismo congênito, a fibrose cística, a fenilcetonúria e a doença falciforme, além de outras hemoglobinopatias. “Embora as duas novas doenças sejam raras, a detecção é importante para evitar a mortalidade precoce ou sequelas graves. Se o tratamento for iniciado rapidamente, a criança pode levar uma vida normal”, explica Carmela Maggiuzzo Grindler, coordenadora estadual do Programa Nacional de Triagem Neonatal.

No caso da hiperplasia adrenal congênita, 80% das crianças morrem nas duas primeiras semanas de vida por um quadro agudo de desidratação. Por ano, 70 bebês nascem com o problema no Estado.

Já a deficiência de biotinidase leva à degeneração do sistema neurológico, com a ocorrência de convulsões e o consequente atraso no desenvolvimento psicomotor e intelectual. Como a doença também afeta a pele, a criança apresenta ainda descamações e vermelhidão no tecido.

O problema é ainda mais raro que a hiperplasia adrenal – são apenas seis casos por ano. O Estado de São Paulo tem, em média, 600 mil nascimentos anualmente.

Fabiana Cambricoli

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    Arquivo Geral

    26/11/2013 8h10

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    A mudança vai permitir a identificação precoce da hiperplasia adrenal congênita, falha na produção de hormônios das glândulas suprarrenais que impede que o bebê retenha água, e da deficiência de biotinidase, doença que não permite que a criança absorva a biotina, vitamina importante para o sistema neurológico e para a pele.

    O teste anterior já detectava o hipotireoidismo congênito, a fibrose cística, a fenilcetonúria e a doença falciforme, além de outras hemoglobinopatias. “Embora as duas novas doenças sejam raras, a detecção é importante para evitar a mortalidade precoce ou sequelas graves. Se o tratamento for iniciado rapidamente, a criança pode levar uma vida normal”, explica Carmela Maggiuzzo Grindler, coordenadora estadual do Programa Nacional de Triagem Neonatal.

    No caso da hiperplasia adrenal congênita, 80% das crianças morrem nas duas primeiras semanas de vida por um quadro agudo de desidratação. Por ano, 70 bebês nascem com o problema no Estado.

    Já a deficiência de biotinidase leva à degeneração do sistema neurológico, com a ocorrência de convulsões e o consequente atraso no desenvolvimento psicomotor e intelectual. Como a doença também afeta a pele, a criança apresenta ainda descamações e vermelhidão no tecido.

    O problema é ainda mais raro que a hiperplasia adrenal – são apenas seis casos por ano. O Estado de São Paulo tem, em média, 600 mil nascimentos anualmente.

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