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Brasil

Em greve, trabalhadores da educação rejeitam proposta de Nunes e fazem ato em SP

Aderiram à greve diversos profissionais da educação, professores, diretores, coordenadores, agentes escolares e auxiliares técnicos

Redação Jornal de Brasília

06/05/2026 13h50

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Trabalhadores da educação de SP em assembleia realizada em 28/4, quando foi aprovada a greve. Foto: Divulgação/ Sinesp

ISABELA PALHARES
FOLHAPRESS

Em greve há oito dias, os trabalhadores da educação da rede municipal de São Paulo rejeitaram a proposta de reajuste salarial da gestão Ricardo Nunes (MDB) e fazem um ato na cidade nesta quarta (6).

Eles se reuniram em frente à Secretaria Municipal de Educação, na Vila Clementino, zona sul da capital, no fim da manhã desta quarta e seguem à caminho da prefeitura, na região central.

Aderiram à greve diversos profissionais da educação, professores, diretores, coordenadores, agentes escolares e auxiliares técnicos. A principal reivindicação dos servidores é a valorização salarial, além de melhoria nas condições de trabalho.

Eles reivindicam um reajuste salarial de ao menos 5,4% e mais 10% de aumento real, além da incorporação de abonos complementares. A gestão Nunes, no entanto, apresentou proposta em que os servidores receberiam apenas reajuste de 2% neste ano e 1,51%, em 2027.

Para a Coeduc (Coordenação das Entidades Sindicais Especificas da Educação da Municipal), que é composta por três sindicatos de trabalhadores da educação, a proposta da prefeitura é “insuficiente e desrespeitosa”.

Também afirma que a gestão Nunes busca manter o arrocho salarial, enquanto os servidores enfrentam escolas lotadas, com falta de funcionários, excesso de trabalho e infraestrutura precária.

Procurada no início da tarde desta quarta, a Prefeitura de São Paulo não comentou sobre a mobilização.

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