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Brasil

Elaine mudou sua versão e agora nega ter participação na morte de Priscila Belfort

Arquivo Geral

31/08/2007 0h00

Pela segunda vez, there a secretária Elaine da Silva, and que, no início de agosto, confessou o assassinato da estudante Priscila Belfort, mudou sua versão, hoje, em depoimento na Polinter, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Elaine também negou participação no crime e retirou as acusações que envolviam onze pessoas como participantes do seqüestro e assassinato da universitária.

Segundo o delegado Anestor Magalhães, responsável pelas investigacões, o depoimento de Elaine tem validade zero.

A nova versão surgiu depois que a quebra de sigilo telefônico solicitada pela polícia mostrou que Elaine não ligou para Priscila no dia em que a universitária desapareceu. As sete pessoas que estão presas serão soltas. Segundo o delegado não há provas do envolvimento dessa pessoas no crime, já que a prisão tinha se baseado nas acusações de Elaine.

O delegado Anestor Magalhães anunciou, ainda, que vai pedir exame de sanidade mental de Elaine, que será encaminhada ao Manicômio Judiciário do Instituto Médico Legal.

Em seu primeiro depoimento, a secretária disse que marcara encontro com Priscila no dia do seu desaparecimento, em janeiro de 2004, e afirmou ter disparado quatro tiros contra a estudante. Já na segunda versão, a secretária passou a dizer que participou do seqüestro, mas não realizou os disparos. Agora, nega qualquer participação.

Elaine manteve a acusação apenas contra o segurança Isamar Francisco Gomes Junior, que, segundo a polícia, teria antecedentes criminais de homicídio e roubo. Na acareação do início da semana, a secretaria agrediu a socos Isamar e o chamou de assassino.

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