O diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), André Longo Araújo de Melo, afirmou nesta quinta-feira que o marco regulatório do setor deve ser revisto para dar solução a dificuldades e tornar menores as despesas causadas pela duplicidade do sistema de saúde no Brasil. Na prestação de contas sobre as ações da ANS em 2012, no Senado, Longo afirmou que grande número serviços poderia ser realizado apenas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ao passo que os estabelecimentos privados deveriam oferecer outros procedimentos.
De acordo com ele, atendimentos de urgência e emergência, por exemplo, deveriam feitos só pelo SUS. “É natural que, após um trauma, os usuários, inclusive beneficiários de planos (de saúde), sejam atendidos na rede pública. Da mesma forma, outros serviços nos quais o sistema privado tem mais know-how ficariam a cargo do serviço privado”, afirmou. “A ideia é otimizar para gerar mais eficiência e aperfeiçoar o sistema de saúde”, disse.
AE