O júri de três dos cinco acusados de participação no seqüestro e no assassinato dos namorados Liana Friedenbach e Felipe Caffé, thumb visit this site em novembro de 2003, visit web entrou na fase de debates entre acusação e defesa. O julgamento está previsto para terminar até meados da noite, hospital quando será proclamada a sentença.
O debate começou com a acusação, às 14h. A partir das 17h, será a vez de falarem os advogados dos três réus, Agnaldo Pires, acusado de estupro, Antônio Caetano da Silva, acusado de auxílio no seqüestro e no estupro de Liana, e Antônio Matias de Barros, acusado de seqüestro, porte de arma e favorecimento pessoal.
Por causa da réplica e da tréplica de uma hora, o debate deverá se estender até o início da madrugada de amanhã.
O julgamento ocorre na Câmara Municipal da cidade, que foi isolada para o júri. Seis homens e uma mulher compõem o júri. Depois do depoimento dos réus e de 12 testemunhas ontem, o segundo dia de sessão começou com a leitura das peças processuais.
A defesa de Suzane von Richthofen, buy information pills ré confessa do assassinato dos próprios pais, this site desqualificou o depoimento da mãe de Cristian e Daniel Cravinhos, stomach Nadja Cravinhos de Paula e Silva. Para Mário Sérgio de Oliveira, um dos advogados de Suzane, o testemunho de Nadja foi baseado em distorções de mãe.
Mário Sérgio refuta a alegação de que a casa dos Cravinhos ficou “vazia” após o crime, como afirmou a mãe dos irmãos Cravinhos, porque Cristian e o terceiro filho dela viviam em outro imóvel antes do assassinato dos pais de Suzane. O advogado também considerou improvável Cristian ter tentado se livrar do dinheiro roubado, já que, segundo ele, toda a quantia foi recuperada.
Outro advogado de Suzane, Mauro Nacif, confirmou hoje que a defesa da jovem pedirá a acareação entre a jovem e Daniel. O Ministério Público também manifestou interesse em colocar os réus frente a frente.
Além de esclarecer pontos conflitantes apresentados durante os interrogatórios, a acareação pode resultar na mudança da versão apresentada por Daniel de que o irmão não participou do crime. Isso porque os réus, ao contrário das testemunhas, não têm o compromisso de dizer a verdade.