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Brasil

Debate entre portadoras de HIV pode orientar políticas públicas, diz diretor de programa nacional

Arquivo Geral

03/08/2007 0h00

Cerca de 200 mulheres de todo o país participam, visit this site a partir da noite de hoje, do 2º Encontro Nacional de Cidadãs Posithivas, resultado de parceria do Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de DST/Aids, com a Secretaria de Saúde da Bahia e o Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas.

De acordo com o diretor-adjunto do programa, Eduardo Barbosa, serão discutidas no encontro questões relacionadas às doenças sexualmente transmissíveis (DST) e, além de trazer benefícios diretos para as mulheres, ajudarão o governo a rever as deficiências nas ações destinadas a essa área. “Os movimentos mostram os caminhos que devemos tomar para nos orientar e melhorar as políticas”.

Essas questões envolvem o tratamento e o convívio na sociedade, incluindo as mulheres soropositivas que desejam ser mães. Barbosa lembrou que durante o encontro mulheres em diversas etapas da doença trocam experiências e se ajudam. E explicou que “o atendimento a essas mulheres e às pessoas com aids tem que ser específico e diferenciado”. Segundo ele, “o Brasil ainda tem deficiências nesse atendimento, mas isso nem sempre acontece”.

Dados do Ministério da Saúde, informou, apontam crescimento no número de mulheres contaminadas pelo vírus HIV: “Há alguns anos, havia um homem infectado para cada 25 mulheres. Atualmente, o número se igualou: um homem infectado para cada mulher”.

Até segunda-feira, os debates abordarão ainda temas como a vulnerabilidade às DST/HIV/Aids e as práticas complementares de saúde, como nutrição e fitoterapia.

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