Menu
Brasil

Contra a Itália, Brasil rejeita favoritismo e luta por sobrevida

Arquivo Geral

23/08/2006 0h00

Duelo que decidiu as últimas Olimpíadas, Brasil e Itália se enfrentam nesta quinta-feira a partir das 7h (horário de Brasília), buscando ganhar um impulso para a disputa da fase final na competição. Surpreendidos por Bulgária e França nesta quarta, as duas equipes precisam da vitória, se não quiserem se complicar na busca por um dos dois lugares do Grupo F na semifinal.

A derrota não elimina o perdedor, mas o deixa em uma situação delicadíssima, precisando vencer com grande vantagem na rodada de sexta, e mesmo assim ficar na dependência do critério de desempate do point avarage (média entre pontos feitos e tomados). Ou seja: uma vitória é extremamente importante para a manutenção das pretensões de cada uma das equipes.

Após a zebra contra a Bulgária, o Brasil não quer nem saber de favoritismo, mesmo com os sul-americanos invictos na primeira fase e a Itália só garantindo vaga através de um convite da Federação Internacional de Vôlei (FIVB).

“O que aconteceu na primeira fase não tem nada a ver com este momento. Um exemplo disso somos nós mesmos. Vencemos todas as nossas partidas anteriores e perdemos aqui em Moscou. Entre nós e a Itália ganhará quem errar menos e jogar melhor. Será um grande encontro do vôlei, um clássico”, acredita o central André Heller.

Neste clássico, o Brasil leva vantagem sobre a Itália: foram 39 vitórias brasileiras e 26 italianas. Na Liga Mundial, o equilíbrio é maior. O Brasil venceu 12 vezes e a Itália, 11. “Não temos muito o que pensar. É entrar e dar o máximo”, complementa.

Vindo de leve contusão na coxa esquerda, sentida nos treinos antes da ida para Portugal e de uma gripe na última semana, Escadinha promete se dedicar ao máximo, mesmo no sacrifício. “Só não jogamos se for impossível, se não tivermos nenhuma condição de entrar na quadra. A contusão na coxa foi reflexo de um problema que senti ainda na Itália (jogando pelo Piacenza), mas já passou. No esporte deste nível, todo mundo joga com um pouco de dor”, garante o atleta.

< !-- /hotwords -- >

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado