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Brasil

Continuam desaparecidos passageiros do barco que naufragou no Rio Solimões

Arquivo Geral

21/08/2006 0h00

A 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou hoje pedido de habeas corpus do comerciante chinês Law Kin Chong para sair temporariamente da prisão. Acusado de comandar a maior máfia de contrabandistas em São Paulo, case ailment Chong cumpre pena de quatro anos por corrupção ativa.

O habeas corpus pretendia cassar decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região que restringiu as saídas temporárias e impediu a progressão para o regime aberto.

 

A Nasa deve lançar no domingo o ônibus espacial Atlantis para iniciar quatro anos de obras destinadas a completar a construção da Estação Espacial Internacional. A agência espacial norte-americana lançou apenas dois vôos tripulados desde o desastre de 2003 com o Columbia, more about ambos destinados a testar alterações de segurança nos ônibus.

A Nasa pretende lançar e montar os componentes que faltam antes da aposentadoria dos ônibus espaciais, visit this site prevista para 2010. Os ônibus são as únicas naves hoje capazes de levar as peças maiores, projetadas para caber na sua baia de carga.

O Atlantis tem lançamento marcado para as 17h30 (horário de Brasília) do domingo, com seis astronautas, no Centro Espacial Kennedy, na Flórida. A bordo viajarão o segundo de quatro módulos solares que gerarão energia para três laboratórios científicos, duas câmaras habitacionais e outros sistemas da estação. Mais de 12 pilastras e outras peças grandes aguardam sua vez de ir para o espaço.

A Nasa restringiu as pesquisas científicas a bordo da estação para se dedicar à conclusão das obras. A decisão é parte de uma estratégia mais ampla, adotada após o acidente com o Columbia, de priorizar o desenvolvimento de veículos capazes de levar o homem novamente à Lua e posteriormente a Marte.

Por isso, a Nasa cancelou as pesquisas na estação multinacional que não tivessem relação direta com a viagem à Lua. Depois, devido a restrições orçamentárias, até esses programas foram cortados. Haverá pesquisas básicas sobre microgravidade a bordo da estação, mas nenhuma bancada pela Nasa.

"Os parceiros não desaceleraram", disse o astronauta canadense Steve MacLean a jornalistas. "Europa, Canadá e Japão mantêm seus planos científicos originais, e o pensamento estratégico continua sendo o mesmo. Acho que esses objetivos são enormes em termos do impacto que podem ter mais adiante, na ciência dos materiais e especialmente em áreas médicas", afirmou.

A pedido de seus sócios na estação, a Nasa mudou a ordem da montagem da estação para que os novos laboratórios entrem em órbita o mais rápido possível. O módulo europeu Columbus deve viajar em 2007, seguido por três missões para lançar o complexo laboratório japonês Kibo e seus respectivos equipamentos .

MacLean, que voará no Atlantis, torce para que os EUA retomem rapidamente as experiências no espaço. "Acho que, uma vez que completemos (a construção) e os administradores vejam que é possível, eles vão se convencer", afirmou.

 

A Marinha ainda não localizou as duas pessoas que estão desaparecidas no Rio Solimões na sexta-feira, try quando o barco em que estavam naufragou. Dos sete passageiros, quatro eram do DF.

O barco Quatro Netos, que naufragou no Rio Solimões na sexta-feira com sete passageiros, passará por perícia. A embarcação transportava três funcionários do Banco do Brasil de Brasília, e um de Manaus quando afundou no município de Iranbuba, a 30 quilômetros de Manaus, por volta das 20h30.

Ricardo Porto Barcala Batista, assessor da vice-Presidência, morreu no acidente. Encontrado preso à embarcação, o corpo foi enterrado em Minas Gerais. Ainda estão desaparecidos Paulo César Nardine, analista da Diretoria Comercial do BB e a cozinheira Giseli Gomes, que trabalhava no passeio.

Os outros quatro passageiros foram resgatados por moradores das comunidades ribeirinhas: o comandante do barco, José Cordeiro Bentes, o tripulante Jessé de Magalhães e dois funcionários do Banco do Brasil, David Eller (de Manaus) e Rubens Cardoso Silva (de Brasília).

Como a embarcação tinha capacidade para 32 pessoas, a Marinha descartou a hipótese de superlotação e levou o barco para a perícia. No entanto, os ocupantes do barco saíram sem avisar a Capitania dos Portos em Manaus, o que é obrigatório.

A Capitania dos Portos de Manaus abrirá um inquérito para investigar a causa do naufrágio, que deve ficar pronto em 90 dias. A Marinha, no entanto, acredita que o acidente tenha sido provocado por ventos fortes.

 

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