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Brasil

Comerciantes da Feira da Madrugada fazem protesto

Arquivo Geral

05/06/2013 16h21

Comerciantes da Feira da Madrugada, em São Paulo, fazem mais um protesto nesta quarta-feira, 5. Um grupo permanece na Rua São Caetano, na altura da Avenida do Estado, desde as 8h30, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). As duas vias já haviam sido ocupadas pelos manifestantes na segunda-feira, 3, e também no dia 29. Eles protestam contra o fechamento temporário do espaço onde é realizada a feira, no Brás, região central da capital paulista.

Na segunda-feira, a Prefeitura iniciou as obras para reforma do local, que, segundo laudo dos bombeiros, não cumpria exigências mínimas de segurança para a realização das atividades comerciais. Com a reforma – de responsabilidade da administração municipal e avaliada em R$ 4 milhões -, os comerciantes foram obrigados a fechar as tendas por 60 dias, prazo dado para o término das obras. De acordo com a CET, a manifestação desta quarta não afeta o trânsito na região porque o grupo ocupa apenas a calçada da Rua São Caetano.

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    03/05/2013 14h47

    Cerca de 500 comerciantes que trabalham na Feira da Madrugada, no Pari, região central de São Paulo, fizeram uma passeata na manhã desta sexta-feira, 3, para protestar contra a decisão da Prefeitura de retirá-los do local até o dia 9. Após caminhar até a sede do governo municipal, o grupo enviou um representante para conversar com o prefeito Fernando Haddad (PT) no início desta tarde.

    O grupo reclama que a Prefeitura não informou a eles para onde serão levados e onde poderão colocar suas mercadorias. Também afirmam que o prazo para abandonarem o terreno da feira é muito curto e está perto do Dia das Mães, uma das datas de maior movimento no local. A retirada dos comerciantes foi determinada pela Prefeitura nessa semana, após pedido do Ministério Público, que detectou falta de segurança no local.

    “Concordamos em fazer uma reforma, mas a gente quer trabalhar”, afirma o comerciante José Laerte de Souza, de 44 anos, que afirma vender apenas as roupas que fabrica na sua pequena confecção. “Como está perto do Dia das Mães, todo mundo está cheio de mercadorias. Se tiver que sair dia 9 mesmo, a gente não tem lugar para guardar e nem tem como vender tudo isso”, completou Souza.

    O Coordenador da Comissão Permanente de Ambulantes da feira (Copae), Gilson Roberto de Assis entrou na Prefeitura, onde seria recebido por Haddad, por volta das 13h. Guardas civis que acompanhavam a manifestação disseram que pelo menos 500 pessoas o aguardavam do lado de fora. Até as 13h30, a manifestação havia sido pacífica.

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