Cientistas alertaram que as reservas do segundo elemento mais leve do universo, o gás hélio, deve se esgotar em até 30 anos. Como o hélio não é um recurso renovável, ao se esgotar, as repercussões poderão ter um longo alcance.
O gás em sua forma líquida pode ser utilizado tanto em hospitais, já que os aparelhos de ressonância magnética computadorizada são resfriados pelo hélio, como em indústrias espaciais, que é usado em equipamentos sensíveis para satélites e espaçonaves.
Segundo informações, os cientistas crêem que o problema ocorre por causa de uma lei aprovada nos Estados Unidos, em 1996, que tinha como meta vender todo o gás do país até 2015 e acabou tornando o hélio barato demais para ser reciclado.
De acordo com o vencedor do Prêmio Nobel e professor de física da Universidade Cornell, Robert Richard, o hélio poderá acabar dentro de uma geração graças a velocidade record em que o gás vem sendo utilizado. Richard também afirma que o preço dos balões a gás está muito barato, o preço cabível ao produto deveria estar na faixa de US$ 100.