O racha entre a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) e importantes clubes paulistas permanece. Nesta terça-feira, o presidente da entidade esportiva, Gerasime Grego Bozikis, e a Comissão Executiva do Campeonato Nacional decidiram o regulamento da próxima edição do Campeonato Masculino, que será disputado apenas por uma equipe paulista.
A Ulbra/São Bernardo, que também compartilha convênio com a instituição do Rio Grande do Sul, rejeitou a posição dissidente de outros times paulistas e é a única representante daquele que é considerado o estado mais forte no basquete nacional. Conti/Assis, São José/Vinac, Paulistano/Dix Amico, Pinheiros/Santo André, Unifeob/São João, Lupo/Araraquara e Unimed/Fraca estão fora da disputa do título.
“A Ulbra não tomou essa medida agora. Disputamos diversas competições em São Paulo, inclusive estamos jogando o Paulista, para podermos nos credenciar junto à CBB e participar do Nacional. Nós não participamos das questões que motivaram os outros clubes paulistas”, afirmou Cláudio Mortari, técnico da equipe, logo após reunião que definiu o calendário para o torneio brasileiro de basquete.
A controvérsia sobre a participação de clubes paulistas começou com a exigência da CBB para o pagamento de uma taxa de inscrição no valor de R$ 20 mil. As potências estaduais do esporte, no entanto, afirmaram que a medida feria a autonomia das agremiações e se rejeitaram a participar do Campeonato Nacional de 2008.
Por outro lado, a Confederação Brasileira afirma que as diretrizes sobre a participação da cota de patrocínios, a quantia necessária para administrar o contrato com a arbitragem e demais gastos foram discutidas em reunião realizada no dia 13 de agosto, com consenso da Comissão Executiva. A taxa de inscrição, aliás, seria destinada às mesmas despesas citadas.
“Toda a receita será divida em partes iguais e administradas pelos próprios clubes. Essa quantia será paga parte em dinheiro e parte em serviços, como arbitragem, estadia, transporte e outros. Os clubes tem uma série de objetos, placas, assoalho de quadra que envolvem patrocinadores e esse ganho pode chegar a R$ 200 a 300 mil”, garante.
A polêmica taxa de R$ 20 mil de inscrição foi descrita pelo técnico da Ulbra como algo normal, exigido em qualquer competição mundial. “Essa foi uma determinação da CBB e nós acatamos. Basicamente foi isso”, justificou o treinador Cláudio Mortari.
A Ulbra/São Bernardo, que também compartilha convênio com a instituição do Rio Grande do Sul, rejeitou a posição dissidente de outros times paulistas e é a única representante daquele que é considerado o estado mais forte no basquete nacional. Conti/Assis, São José/Vinac, Paulistano/Dix Amico, Pinheiros/Santo André, Unifeob/São João, Lupo/Araraquara e Unimed/Fraca estão fora da disputa do título.
“A Ulbra não tomou essa medida agora. Disputamos diversas competições em São Paulo, inclusive estamos jogando o Paulista, para podermos nos credenciar junto à CBB e participar do Nacional. Nós não participamos das questões que motivaram os outros clubes paulistas”, afirmou Cláudio Mortari, técnico da equipe, logo após reunião que definiu o calendário para o torneio brasileiro de basquete.
A controvérsia sobre a participação de clubes paulistas começou com a exigência da CBB para o pagamento de uma taxa de inscrição no valor de R$ 20 mil. As potências estaduais do esporte, no entanto, afirmaram que a medida feria a autonomia das agremiações e se rejeitaram a participar do Campeonato Nacional de 2008.
Por outro lado, a Confederação Brasileira afirma que as diretrizes sobre a participação da cota de patrocínios, a quantia necessária para administrar o contrato com a arbitragem e demais gastos foram discutidas em reunião realizada no dia 13 de agosto, com consenso da Comissão Executiva. A taxa de inscrição, aliás, seria destinada às mesmas despesas citadas.
“Toda a receita será divida em partes iguais e administradas pelos próprios clubes. Essa quantia será paga parte em dinheiro e parte em serviços, como arbitragem, estadia, transporte e outros. Os clubes tem uma série de objetos, placas, assoalho de quadra que envolvem patrocinadores e esse ganho pode chegar a R$ 200 a 300 mil”, garante.
A polêmica taxa de R$ 20 mil de inscrição foi descrita pelo técnico da Ulbra como algo normal, exigido em qualquer competição mundial. “Essa foi uma determinação da CBB e nós acatamos. Basicamente foi isso”, justificou o treinador Cláudio Mortari.
Chateado – O presidente da Confederação Brasileira de Basquete, Gerasime Grego Borzikis, lamentou a ausência de clubes importantes de São Paulo na disputa do Campeonato Nacional, mas afirmou que a escolha foi dos próprios dirigentes responsáveis pelas agremiações.
“O Campeonato será um dos melhores, com certeza superior ao do ano passado. Lamento muito a falta dos paulistas na disputa pelo título. Nós fizemos todos os esforços para todos participarem”, concluiu Grego.