Polêmicas encerradas, a Confederação Brasileira de Basquete definiu as diretrizes do 19º Campeonato Nacional Masculino em reunião realizada na tarde desta terça-feira, na cidade de São Paulo. Doze times de oito estados diferentes, mais o Distrito Federal, disputarão o título: Flamengo e Iguaçu Basquete Clube (RJ); Minas Tênis Clube e Uberlândia Tênis Clube (MG); CETAF e Saldanha da Gama (ES); Lajeado Univates (RS); Joinville (SC); União Londrina (PR); Universo (DF); FTC EAD (BA) e Ulbra/São Bernardo será o único time a defender o estado de São Paulo.
O Campeonato Nacional tem início programado para o dia 6 de Janeiro e a primeira fase será disputada no sistema turno e returno. Os oito primeiros classificados após a temporada regulamentar estarão classificados para os playoffs, realizado a partir das quartas-de-final em séries melhor-de-cinco. A CBB estipulou para meados de julho o encerramento do torneio.
Um dos principais entraves para a participação de importantes clubes paulistas, a taxa de inscrição de R$ 20 mil será mantida, porém debitada nos gastos com arbitragem ao decorrer da competição. Além disso, a parceria com o canal televisivo SPORTV foi renovada pelo 13º ano consecutivo e a Comissão Executiva do Campeonato Nacional, formada por todos os 12 participantes, administrará as verbas recebidas.
Apesar do número reduzido e a ausência de potências como Unimed/Franca, Conti/Assis e Winner/Limeira, o presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis, segue otimista com a realização de mais um Campeonato Nacional. De acordo com o dirigente, todos os clubes foram convidados a participarem e as propostas da Comissão Executiva já haviam sido discutidas.
“Não houve manifestações e sim conversas. As decisões para a competição foram tomadas em conjunto com todos os clubes presentes na reunião. A CBB não é contra a criação da Associação de Clubes (defendida pelos times dissidentes de São Paulo)”, afirmou Grego, logo após a reunião. “Não há nenhum demérito para a CBB e cada um faz como quer. Convidamos todos para jogar, mas alguns não quiseram participar do Campeonato”, completou.
Para o presidente da Confederação Brasileira, a vontade de jogar basquete é que deveria motivar todos os clubes brasileiros. “Todos precisam jogar em prol do basquete nacional”, discursou Grego, que deixou claro que todos os desejos dos clubes foram acatados. “O que foi solicitado foi atendido”, garante.
O Campeonato Nacional tem início programado para o dia 6 de Janeiro e a primeira fase será disputada no sistema turno e returno. Os oito primeiros classificados após a temporada regulamentar estarão classificados para os playoffs, realizado a partir das quartas-de-final em séries melhor-de-cinco. A CBB estipulou para meados de julho o encerramento do torneio.
Um dos principais entraves para a participação de importantes clubes paulistas, a taxa de inscrição de R$ 20 mil será mantida, porém debitada nos gastos com arbitragem ao decorrer da competição. Além disso, a parceria com o canal televisivo SPORTV foi renovada pelo 13º ano consecutivo e a Comissão Executiva do Campeonato Nacional, formada por todos os 12 participantes, administrará as verbas recebidas.
Apesar do número reduzido e a ausência de potências como Unimed/Franca, Conti/Assis e Winner/Limeira, o presidente da CBB, Gerasime Grego Bozikis, segue otimista com a realização de mais um Campeonato Nacional. De acordo com o dirigente, todos os clubes foram convidados a participarem e as propostas da Comissão Executiva já haviam sido discutidas.
“Não houve manifestações e sim conversas. As decisões para a competição foram tomadas em conjunto com todos os clubes presentes na reunião. A CBB não é contra a criação da Associação de Clubes (defendida pelos times dissidentes de São Paulo)”, afirmou Grego, logo após a reunião. “Não há nenhum demérito para a CBB e cada um faz como quer. Convidamos todos para jogar, mas alguns não quiseram participar do Campeonato”, completou.
Para o presidente da Confederação Brasileira, a vontade de jogar basquete é que deveria motivar todos os clubes brasileiros. “Todos precisam jogar em prol do basquete nacional”, discursou Grego, que deixou claro que todos os desejos dos clubes foram acatados. “O que foi solicitado foi atendido”, garante.