A polícia mineira trabalha para reconstruir os últimos passos dados pela estudante Eliza Samudio, de 25 anos, em Contagem (MG). Uma das hipóteses é que a jovem foi morta no dia 10. Uma testemunha ouvida ontem pela polícia afirmou que ouviu duas pessoas comentarem que o jogador teria pagado R$ 70 mil para sumirem com o corpo. A conversa teria sido em um bar de Ribeirão das Neves, cidade mineira onde Bruno passou a infância e adolescência.
Eliza tentava provar, na Justiça, que o Bruno é pai do filho dela, um menino de 4 meses. O jogador é considerado pela polícia como único suspeito. “Minha lista de suspeitos tem um único nome: Bruno”, afirmou o delegado.
Duas testemunhas prestaram depoimento ontem na Delegacia de Homicídios de Contagem. Uma moradora do Condomínio Turmalina, em Esmeraldas, afirmou que viu Bruno, Eliza e um bebê no sítio. A mulher não lembra a data. A presença dos três no imóvel já havia sido citada por um amigo do goleiro aos investigadores.
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