O goleiro Bruno, suspeito de participar do desaparecimento e assassinato da estudante Eliza Samudio, raspou a cabeça no presídio, conforme informou a assessoria de imprensa da Polícia Civil. O amigo de infância do jogador, Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, também teve a cabeça raspada.
Inicialmente, o jogador passou máquina com máquina pente 3. Mas depois teria mudado de ideia, finalizando o penteado com máquina 1, ficando quase careca. A pedido do atleta, os policiais queimaram o cabelo cortado. Segundo a polícia, os pedaços de cabelo foram queimados na frente de Bruno para não serem usados como provas de exames de DNA.
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