Sorridente, confiante, determinado ao bi. Com este perfil, o brasileiro Marílson Gomes dos Santos desembarcou em Nova York na terça-feira e falou sobre sua participação na edição 2007 da Maratona da cidade. A prova será disputada neste domingo.
Campeão em 2006, Marílson afirmou não ter feito nenhuma grande mudança em seu esquema de treinamentos para este ano. Durante a preparação, realizada mais uma vez em Campos do Jordão (SP), o corredor brasiliense enfrentou problemas. Sentiu dores na perna esquerda, mas exames posteriores acusaram apenas a ocorrência de uma tendinite.
Com a preparação reprogramada considerando este problema, ele sente-se confiante para o desafio do bi. “Não mudei muito meu treinamento, mas estou mais confiante e sinto-me melhor que no ano passado”, afirmou.
Caso consiga o bicampeonato, o brasileiro repetirá o feito de Alberto Salazar e Bill Rodgers os únicos dois bicampeões da história da prova. Durante a coletiva, a pergunta que todos ansiavam pela resposta: qual sua estratégia para este final de semana?
Marílson mantém segredo. De forma tranqüila, afirma não ter nenhum plano especial, quer apenas correr bem e fazer sua parte.
”Estou na melhor forma da minha vida e muito confiante após meus 59min33 na Meia (Mundial de Meia Maratona realizado em Udine, no qual terminou em 7º)”. O tempo é recorde continental na distância. “Sabia que podia correr rápido, mas não que poderia fazer este tempo”, confessa.
Campeão em 2006, Marílson afirmou não ter feito nenhuma grande mudança em seu esquema de treinamentos para este ano. Durante a preparação, realizada mais uma vez em Campos do Jordão (SP), o corredor brasiliense enfrentou problemas. Sentiu dores na perna esquerda, mas exames posteriores acusaram apenas a ocorrência de uma tendinite.
Com a preparação reprogramada considerando este problema, ele sente-se confiante para o desafio do bi. “Não mudei muito meu treinamento, mas estou mais confiante e sinto-me melhor que no ano passado”, afirmou.
Caso consiga o bicampeonato, o brasileiro repetirá o feito de Alberto Salazar e Bill Rodgers os únicos dois bicampeões da história da prova. Durante a coletiva, a pergunta que todos ansiavam pela resposta: qual sua estratégia para este final de semana?
Marílson mantém segredo. De forma tranqüila, afirma não ter nenhum plano especial, quer apenas correr bem e fazer sua parte.
”Estou na melhor forma da minha vida e muito confiante após meus 59min33 na Meia (Mundial de Meia Maratona realizado em Udine, no qual terminou em 7º)”. O tempo é recorde continental na distância. “Sabia que podia correr rápido, mas não que poderia fazer este tempo”, confessa.
Recordista sul-americano nos 5.000m e 10.000m, Marílson registrou sua melhor marca pessoal em maratona este ano, em Londres, fechando a prova em 2h08min37. Tudo isso, e mais o resultado obtido em Nova York no ano passado, deixam-no esperançoso. “Eu sei que repetir o título em 2007 não vai ser fácil, mas aprendi no ano passado que posso enfrentar e vencer qualquer um dos melhores maratonistas do mundo”, completa o brasileiro, que em 2006 bateu os quenianos Robert Cheruiyot e Paul Tergat.
Desconhecido no ano passado, Marílson é estrela este ano. Teve aclamação pública na apresentação, foi convidado para a cerimônia de abertura da Bolsa de Valores de Nova York e ganhou da organização o mesmo chip utilizado no ano passado para dar boa sorte.