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Brasil vence com tranquilidade na estreia de Magnano

Arquivo Geral

07/08/2010 21h39

Campeão olímpico com a Argentina em Atenas-2004, o técnico Rubén Magnano estreou no comando da seleção brasileira masculina de basquete com uma tranquila vitória neste sábado. Diante da Venezuela, em partida válida pelo Super Four, o Brasil marcou 92 a 50.

Mesmo sem poder contar com Nenê, que se recupera de dores nas pernas, foi visível a mudança de postura do time nacional sob o comando do novo treinador: atenção muito grande na defesa e maiores cuidados com a marcação.

Principal defeito da seleção nos últimos anos, o excesso de arremessos de três também foi minimizado: o primeiro chute de três só foi sair com cerca de cinco minutos de confrontos.

O ataque se mostrou um pouco emperrado neste início de temporada, mas ainda assim foi capaz de proporcionar jogadas que empolgaram o público presente ao ginásio Nilson Nelson, como enterradas e um passe de mão trocada de Anderson Varejão para Leandrinho.

Três jogadores do Brasil dividiram o posto de cestinha: Guilherme Giovannoni, Anderson Varejão e Marquinhos, com 13 pontos cada. Com nove rebotes, o pivô do Cleveland Cavaliers ainda foi o destaque neste fundamento. Marcelinho Huertas foi aquele que teve melhor desempenho nas assistências, com sete corretas.

A partida deste sábado começou com a Venezuela um pouco melhor, com o rival sul-americano abrindo 5 a 0 no placar. Foram necessários quase cinco minutos para acontecer a primeira cesta da era Magnano, convertida por Tiago Splitter.

Não demorou muito para os brasileiros se soltarem em quadra e dominarem o jogo. Conforme o prometido, Magnano fez um rodízio entre os jogadores e antes do fim do primeiro quarto, todos os titulares (Marcelinho Huertas, Leandrinho, Alex, Varejão e Tiago Splitter) já tinham sido substituídos.

O técnico também aproveitou para observar por 10min48s o armador Raulzinho, de 18 anos, que mostrou ousadia e fez quatro pontos, além de ter dado três assistências. Seu principal rival na briga pela última vaga no Mundial da Turquia, o pivô Hátila Passos jogou 11min43s e não fez pontos, além de pegar quatro rebotes.

 

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