E o time de José Roberto Guimarães tem tudo para igualar o confronto direto: é líder invicto da competição, enquanto as rivais ocupam apenas a oitava colocação, com uma vitória em quatro jogos. As brasileiras, porém, não pensam desta maneira.
“Este Grand Prix vai ser pauleira. Várias equipes estão surpreendendo. O Azerbaijão, por exemplo, quase venceu a Rússia. Nossas vitórias foram por merecimento, fruto do nosso esforço nos treinos. Mas temos de continuar assim, concentradas e com a cabeça no lugar”, comenta a ponteira Jaqueline.
Companheira de ataque da ex-atleta do Rexona/Ades, Sheilla está mais confiante. “Os Estados Unidos estão um pouco abaixo do esperado, mas serão sempre uma equipe que merece respeito, de tradição. A levantadora americana, a Lindsey Berg, joga comigo no Pesaro há duas temporadas e o Brasil pode tirar algum proveito neste aspecto”, analisa.
Mas, para o técnico José Roberto Guimarães, a equipe norte-americana está entre as cinco melhores do mundo, apesar do começo complicado no Grand Prix. “Elas perderam dois jogos e observei uma preocupação da treinadora de estudar os adversários. A equipe é alta e tem atletas com muita experiência internacional, que jogam em velocidade”, analisa.
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