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Brasil abre a terceira semana do Grand Prix contra a Itália

Arquivo Geral

31/08/2006 0h00

Único time invicto no Grand Prix e já classificado para a fase final da competição, o Brasil abre a terceira semana de competições nesta sexta-feira, às 2h30 (horário de Brasília) contra a Itália. A partida será realizada na cidade japonesa de Okayama.

Por ser sede da fase final da competição, que será realizada entre os dias 6 e 10 de setembro, a Itália tem vaga garantida na fase final. Mas nem por isso, o time relaxou: as italianas são as terceiras colocadas na classificação geral, com cinco vitórias em seis jogos. O único revés foi diante de Cuba, equipe que o Brasil bateu por 3 sets a 1 em seu segundo jogo.

“O objetivo é manter o primeiro lugar na classificação geral. A Itália vem de derrota para Cuba, vai querer se recuperar. É um time experiente, sabemos que será jogo duro. As italianas são regulares, erram pouco. Têm um bloqueio eficiente, um bom saque e contra-atacam com efetividade”, alerta o técnico José Roberto Guimarães.

Para ele, um bom contra-ataque será importante nesta fase do duelo. “Trabalhamos forte a parte física e aproveitamos o tempo que temos para treinar. Será importante manter a regularidade do nosso contra-ataque, que foi muito bem no jogo contra a China”, acrescenta.

Brasil e Itália já jogaram duas vezes nesta temporada e em ambas as atletas nacionais venceram por 3 sets a 0. As brasileiras, porém, acreditam que as rivais melhoraram bastante desde então. “A equipe italiana está reforçada, bem melhor. Temos de ter atenção total, pois elas também querem terminar a fase classificatória em primeiro lugar. É um time que erra pouco. Elas são altas e jogam em velocidade, diferente do que estávamos acostumadas”, analisa Fofão.

A ponteira Jaqueline alerta para o potencial de duas jogadoras italianas. “A Togut apareceu muito bem nos Jogos Olímpicos. Com a Rinieri também temos de ter muito cuidado. Elas já conhecem o nosso jogo. Não podemos errar muito, pois é uma equipe que tem grandes atacantes. Acredito que seja um jogo mais complicado do que contra a China”, comenta Jaqueline.

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