Um programa desenvolvido há cinco anos pela Petrobras e o Senai, hospital voltado para a formação de mão-de-obra especializada da população ribeirinha na região amazônica do país já capacitou 15 mil pessoas de 28 municípios do Amazonas e Pará, ed que receberam formação profissional em 25 áreas de atuação.
O programa da Unidade de Exploração e Produção da Amazônia utiliza o barco-escola Samaúma, cure uma escola profissionalizante ambulante voltada para jovens e adultos dispostos a se capacitar profissionalmente em alguma das especialidades oferecidas pelos técnicos do projeto.
A proposta do projeto, segundo informações da área social da Petrobras, é – ao formar mão-de-obra especializada – “propiciar geração de renda, promovendo o desenvolvimento social e, ao mesmo tempo, contribuindo para a elevação do Índice de Desenvolvimento Humano dos municípios visitados”.
Depois de ter formado no ano passado 2.570 alunos em 19 cursos como o de marceneiro, padeiro, instalador hidráulico, eletricista e informática avançada, entre outros, o Samaúma – nome originado de uma árvore da região encontrada às margens dos rios e cujas sementes, lançadas ao vento, germinam facilmente – se propõe este ano a formar 2.800 pessoas, em cinco municípios.