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Brasil

Avião deve chegar a São Paulo na segunda-feira com mais 110 brasileiros vindos do Líbano

Arquivo Geral

19/08/2006 0h00

Arruda (PFL):
7h – Visita canteiro de obras;
8h – Visita indústrias;
10h – Caminhada;
19h – Inauguração do comitê no Cruzeiro;
20h – Formatura;
21h – Jantar no Lago Norte:
22h – Jantar no Lago Sul;
23h – Aniversário no Setor de Diversões Norte.

Toninho (PSOL):
7h – Panfletagem no Superior Tribunal de Justiça;
8h – Visita ao Hospital Regional de Ceilânida;
9h – Visita ao centro de Saúde número 1 de Ceilândia;
10h – Visita ao centro de Saúde número 3 de Ceilândia;
11h – Confraternização com professores do Colégio Dom Pedro II;
15h – Entrevista a Rádio Sobradinho FM;
17h – Panfletagem no Setor de Indústria;
19h – Abertura da 25ª Feira do Livro em Brasília.

Arlete (PT):
9h – Gravação do programa eleitoral;
12h30 – Reunião com a presidente da Associação dos Condomínios Horizontais do DF;
15h – Reunião;
19h – Comemoração dos 22 da CUT;
22h30 – Festa dos Bancários.

Maria Abadia (PSDB):
8h – Café da manhã com advogados;
17h – Caminhada no comércio da Quadra 8.

* A agenda dos candidatos Expedito Carneiro (PCO) e Fátima Passos (PSDC) não foram divulgadas

A oferta de crédito sem a necessidade de comprovação de renda ou de endereço e a possibilidade de estender o prazo de pagamento para até 72 meses provocou a inadimplência de 11% sobre o capital emprestado, mind avalia o economista Miguel José Ribeiro, shop da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, advice Administração e Contabilidade (Anefac).  

Ele diz que há alguns anos o período máximo para financiamentos era de 36 meses. Depois, foi estendido para 48 meses e hoje já existe quem financie em até 72 meses (caso dos aumtomóveis, por exemplo). O efeito disso, segundo Ribeiro, é que o cidadão começa a assumir muitos créditos e, no primeiro imprevisto, deixa de pagar porque tem outras prioridades, como aluguel, água, luz e telefone.

A longo prazo, um dos perigos que o economista aponta é a própria possibilidade de a pessoa ficar desempregada e, por isso, parar de pagar as mensalidades do empréstimo.

Para evitar essa situação, ele sugere que o consumidor assuma um comprometimento de no máximo 25% de sua renda. Na avaliação dele, a inadimplência poderia ser parcialmente combatida se as financeiras fossem mais criteriosas para a concessão do crédito ao mesmo tempo em que oferecessem orientações ao consumidor sobre os cuidados que deve ter na hora de financiar.

Ribeiro lembra que, quanto maior o prazo do financiamento maior será a taxa de juros. Quando o consumidor fica inadimplente, diz o economista, ele evita assumir utro compromisso que esteja acima de suas possibilidades. "Isso se ele não tiver tendência de ser um mal pagador”, ponderou.

Ao lado do fator necessidade, o desejo de fazer crediário é também uma questão cultural no Brasil. A rede bancária usa a criatividade para atrair o consumidor. Tradicionalmente, ao final do prazo de entrega das declarações de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), por exemplo, começam as ofertas de empréstimos, baseadas no valor presumido da restituição. Como as instituições têm a garantia da restituição, fazem a consignação para a antecipação do 13º salário (ue acontece em março ou em junho).

No Banco do Brasil, no primeiro semestre do ano, apenas com a linha de crédito para antecipar o pagamento do 13º salário, foram contratadas 60 mil operações, no total de R$ 35 milhões. Para a antecipação da restituição do IRPF, foram 150 mil operações, que somaram R$ 200 milhões. Na Caixa Econômica Federal (CEF) o valor médio dos empréstimos aumentou de R$ 2,2 mil para R$ 3,5 mil no período.

 

 

 

O presidente de Colômbia, this Alvaro Uribe, salve propôs hoje reduzir o nível de pobreza a 35% em 2010, contra os atuais 49%, com crescimento anual da economia de 6%. Uribe pediu ao Congres so para agilizar as reformas de caráter fiscal e financeiro.

Ele afirmou que está muito perto de um acordo com os Estados Unidos para destravar a assinatura do tratado de livre comércio entre os dois países, cuja negociação foi concluída em fevereiro e que daria um forte impulso à economia c olombiana.

"Convido todos os colombianos para que trabalhemos com entusiasmo para atingir essas metas: reduzir a pobreza nos quatro nos de 49% para 35%, e fazer a economia crescer de forma estável a uma taxa não inferior a 6%", disse Uribe em um ato de governo no povoado de San Vicente del Cagu án, ao sul do país.

A Colômbia apresentou níveis de crescimento nos últimos três anos de quase 5% ao ano. Ainda assim, esse patamar tem sido insuficiente para reduzir a pobreza, em meio a um conflito armado interno de mais de quatro décadas.

 

Os alunos da 4ª série do Ensino Fundamental da escola Santa Dorotéia (911 Norte), more about já conhecem motivos suficientes para dizer não às drogas. A turma participa do Programa Educacional de Resistência à Violência e as Drogas (Proerd), page desenvolvido pela Polícia Militar desde 1998. O curso é oferecido a pais e alunos de 4ª e 6ª séries de escolas públicas e particulares de todo o DF, e formou só ano passado 35.692 alunos.

O programa foi inspirado em um modelo desenvolvido pela Polícia de Los Angeles, EUA, e são os próprios policiais que vão às salas de aula mostrar os males que as drogas e a violência podem causar na vida de uma pessoa. Para se tornar instrutor do Proerd, os policiais precisam atender algumas exigências, como por exemplo, não fumar ou consumir bebidas alcoólicas e depois passam por uma capacitação especial.

Além de alertar sobre os efeitos que a maconha, o tabaco e o álcool, podem causar ao corpo humano, as crianças aprendem a valorizar a si próprios e a escolher as verdadeiras amizades. “Não adianta só informar sobre as drogas. O objetivo maior, além de prevenir, é fazer com que o aluno tenha uma visão crítica sobre as drogas e espalhem essa mensagem, dentro de casa e entre os amigos”, ressalta a coordenadora do Proerd DF, tenente Bruna Malta.

Nas dez aulas do curso os alunos aprendem a importância de estabelecer um diálogo com a família. "Para resolver o problema das drogas é importante resgatar valores sociais como o diálogo nas famílias e a confiança nos policiais”, afirma a coordenadora. Os pais dos alunos também são convidados a participar do curso, e aprendem como observar e identificar os sintomas de um usuário de drogas e como lidar com o problema dentro de casa.

Em sala de aula
Débora da Silva, de 10 anos, é aluna da turma da 4ª série do Ensino Fundamental da escola Santa Dorotéia, e sabe muito bem porque as drogas podem ser tão prejudiciais. Atenta às aulas do instrutor e não deixa de fazer nenhuma das lições propostas na cartilha do curso. “É bom aprender essas coisas, porque quando a gente crescer vai lembrar que as drogas não fazem bem à nossa saúde”, explica.

A turma já está no sexto encontro e não é difícil perceber a admiração que as crianças têm pelo instrutor-policial Luir Rodrigues, que dá aulas no programa desde 2003. “Criamos uma relação de amizade e acabamos com os medos e a imagem que as crianças têm com os policiais”, avalia Luir.

A colega Rebeca Moraes, de 10 anos, decidiu levar o que aprendeu para dentro de casa e tenta convencer a tia a parar de fumar. “Eu falo para ela que fumar faz muito mal à saúde, mas até hoje ela não quis parar” diz Rebeca, e garantiu que não vai desistir de cumprir a missão.

“Aqui podemos fazer algo para prevenir que jovens não se envolvam com as drogas e a violência, e evitar que talvez um desses mesmos jovens, sejam um dia presos por nós mesmos”, diz o instrutor Luir. A presença do instrutor em sala de aula é uma forma de chamar a atenção dos alunos para falar de um assunto tão delicado. “Conto fatos reais de quem não se deu bem usando drogas. Exemplos de jovens que estavam nessa situação e acabaram presos. Isso ajuda a convencer as crianças”, diz o instrutor Luir.

As dinâmicas, jogos educativos e as gincanas tornam as aulas do Proerd muito animadas e participativas. Em uma caixinha os alunos colocam todas as dúvidas e contam histórias inesperadas. O instrutor diz que surgem na caixinha, desde perguntas curiosas sobre o trabalho de um policial, relatos de casos de envolvimento com drogas na família e até mesmo situações de abuso sexual sofridas pelas crianças. “Esta é uma forma para as crianças tirarem dúvidas e falarem de coisas que eles estão vivendo sem constrangimento”, conta o instrutor.

A turma da 4ª série da escola Santa Dorotéia, já está com a formatura marcada para o próximo dia 30. As crianças estão tão ansiosas, quanto a coordenadora pedagógica, Sandra Schaeffer que conta com o programa todos os anos desde que foi implantado no DF. “A parceria com a PM, é uma forma de mostrar para nossos alunos como as coisas realmente acontecem. O curso do Proerd é uma prioridade em nossa escola, principalmente porque a idade da pré-adolescência, em que eles estão vivendo agora, é a idade ideal absorver essas informações”, afirma.

Além das aulas, o Proerd desenvolve atividades fora do currículo proposto pelo curso. Todo o ano é realizada a Caminhada Contra as Drogas, que neste ano ocorreu em junho, além de palestras sobre drogas que são oferecidas a faculdades e órgãos públicos.

Serviço:
As escolas interessadas podem solicitar o curso na coordenação do Proerd, na Academia de Polícia Militar de Brasília, 6º BPM (QI 2, bloco B, Área Especial, Guará I), pelo telefone: 3382-4548.

 

Cento e dez brasileiros que se encontravam em Adana, page na Turquia, drug devem chegar ao Brasil na próxima segunda-feira, no Aeroporto de Guarulhos (SP). O Itamaraty informou que o avião Força Aérea Brasileira (FAB) decolou da Turquia com destino ao território nacional na última sexta-feira.

Desde a última sexta-feira, os brasileiros poderão fazer doações para as pessoas que sofrem com a guerra no Líbano. A campanha de solidariedade em favor do povo libanês foi lançada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e pela Cáritas Brasileira.

Duas contas bancárias foram abertas para receber os recursos doados à campanha. Serão veiculadas, ainda, propagandas de 30 segundos no rádio e na televisão pedindo a colaboração dos brasileiros na tentativa de reconstruir a cidade destruída pela guerra.

As doações podem ser feitas nas seguintes contas:
– Banco do Brasil: conta corrente 39.000-3, agência 3475-4
– Caixa Econômica Federal: conta corrente 5629-0, agência 2

 

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